segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Eleitos os Órgãos Nacionais do CNE 2020/2022

A lista única para a Junta Central, encabeçada por Ivo Faria e a lista A do Conselho Fiscal e Jurisdicional Nacional encabeçada por António Cerqueira foram os vencedores das eleições nacionais, realizadas a 12 de janeiro 2020.

Felicitamos todas as equipas eleitas, e também a disponibilidade para o serviço da lista encabeçada pelo chefe Theriaga.

Boa caça a todos!

Junta Central  2020/2022

Obrigado! Do fundo do coração, obrigado!

O caminho pode ser feito sozinho, mas assim tem muito mais significado e a construção que fazemos é muito mais sólida!

Como sempre, nada disto seria possível sem o nó que cada um quis colocar neste empreendimento. Cada um deu de si o que tinha.

Estamos certo que poderemos cometer alguns erros ao longo deste percurso... mas contamos com todos, mesmo todos, aqueles que nos apoiaram, os que não estiveram do nosso lado e também aqueles que optaram por ficaram hoje em casa!
O CNE constrói-se com o trabalho de todos, principalmente nos agrupamentos e nas unidades!
Vai aonde queres!
Equipa lais de guia


Conselho Fiscal e Jurisdicional Nacional 2020/2022


RESULTADOS PROVISÓRIOS
Resultados provisórios




Folhinha Interparoquial nº 660 de 13 a 19 janeiro de 2020

Folhinha Interparoquial nº 660 de 13 a 19 janeiro de 2020
Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias










domingo, 5 de janeiro de 2020

Folhinha nº 659 de 6 a 12 janeiro de 2020

Folhinha Interparoquial nº 659 de 6 a 12 janeiro de 2020
Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias







sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Escutismo: Movimento Seguro (4)

Escutismo: Movimento Seguro (IV)


Este quarto artigo sobre a mesma temática surge no tempo marcado pela preocupação com a Paz, mas, como dizia o filósofo luso-holandês, Baruch Spinoza (1632 - 1677): «Paz não é a ausência de guerra. É uma virtude, um estado mental, uma disposição para a benevolência, confiança e justiça». Por isso mesmo, procurar melhorar “a Segurança e Bem-estar” de crianças e jovens” é um exercício fundamental na construção da Paz.
O percurso das abordagens desta problemática tem sido marcado pela criação de condições para que o problema seja impedido de acontecer, foi com esta visão preventiva que, em outubro de 2018 o CNE formou meia centena de Formadores e Diretores de Formação para os capacitar com a finalidade de desenvolverem, nas 20 Regiões do país um programa de ações de formação sobre Escutismo: Movimento Seguro. Estabeleceu-se ainda que «A partir de 1 de outubro de 2019, todos os Dirigentes terão um prazo máximo de 5 anos para frequentarem as 5 sessões de formação definidas para o Escutismo: Movimento Seguro.» Estas cinco sessões de formação correspondem às seguintes temáticas: Relação Educativa e Abusos, Dependência, Internet Segura, Bullying e Política e Boas Práticas. Pode parecer tarefa simples, mas temos que considerar que cada módulo ocupa 2 horas e que cada ação deve ter 20 a 25 participantes, assim, cada um dos 10.506 dirigentes e 3.878 candidatos a dirigente (números do censo de janeiro de 2019), isto é, 14.384 animadores adultos farão, no seu conjunto, 143.840 horas de formação, ou seja, 1.151 ações de formação, Só na Região de Braga, que corresponde à nossa Arquidiocese, os 2.945 adultos exigirão a realização 236 ações de formação.
Para consolidar este programa de formação intensivo, o CNE publicou, em 2019, dois novos documentos no âmbito do Escutismo: Movimento Seguro, intitulados: Política e Manual de Boas Práticas e Código de Conduta.
O Primeiro contem a seguinte Declaração Política:
A Política “Escutismo: Movimento Seguro” visa a segurança de crianças e jovens ao longo da sua permanência no CNE. Proporcionar um ambiente seguro para crianças e jovens significa:
·      Consciencializar para a importância da proteção da criança e do jovem;
·      Envolver as partes interessadas (crianças e jovens, adultos voluntários e profissionais, pais, Igreja);
·      Realçar o propósito educativo das atividades escutistas;
·      Promover a segurança nas atividades escutistas;
·      Desenvolver competências pessoais;
·      Promover e encorajar comportamentos positivos.
A implementação desta política alinha-se com a missão do Movimento Escutista, contribuindo para o desenvolvimento integral de crianças e jovens e capacitando-os a desempenhar um papel ativo na sociedade.
A Política “Escutismo: Movimento Seguro” é dirigida a todos os intervenientes na implementação da missão do Escutismo:
·      Crianças e jovens, entre os 6 e os 22 anos de idade;
·      Adultos, voluntários ou permanentes;
·      Auxiliares, colaboradores externos para concretização das finalidades educativas do CNE.
A responsabilidade pela implementação desta política recai sobre todos os adultos, particularmente aqueles que têm um contacto direto com as crianças e jovens, cabendo a supervisão da mesma ao nível Nacional.
Esta política assenta em três grandes vetores:
1.  As nossas crianças e os nossos jovens
Os objetivos educativos do Escutismo são alcançados através da aplicação de um Programa Educativo de qualidade. Quando implementado corretamente, o projeto educativo permite que crianças e jovens previnam a violência, educa-os para ter respeito por si mesmo e pelos outros e permite a criação de um ambiente seguro.
2.  Os nossos adultos
O desenvolvimento e aplicação do Programa Educativo requerem o envolvimento de adultos competentes, com conhecimentos, competências e atitudes adequadas ao desempenho das suas funções.
3.  As nossas práticas
As práticas de proteção da criança e do jovem são vitais na segurança dos escuteiros. O CNE garante que adultos, crianças e jovens conhecem o seu papel na implementação da política de segurança do Movimento

Impedir que, em qualquer destes vetores, haja ações incorretamente desenvolvidas é a grande finalidade desta Política, para que o sentido de Paz com que iniciamos o texto prevaleça.

Carlos Alberto Lopes Pereira
artigo publicado a 03 de janeiro 2020 no jornal diário "Correio do Minho"

Outros artigos neste LINK





terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Folhinha nº 658 de 30 dezembro a 5 janeiro de 2020

Folhinha Interparoquial nº 658 de 30 dezembro 2019 a 5 janeiro de 2020
Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias









segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

O que levas na Mochila para 2020 ?

Um ano novo cheio de boas actividades :-)
feliz 2020



Levo os bolsos vazios
para na vida encher
de sonhos, esperanças
e com isso aprender.








sábado, 28 de dezembro de 2019

O CNE vai a Votos. Já conheces as Listas Candidatas ?

O CNE vai a votos 
O CNE vai a votos no próximo dia 12 de janeiro, e esta será uma excelente oportunidade educativa de sermos exemplo para as crianças e jovens dos nossos agrupamentos.
 É certo que neste ato eleitoral nacional apenas poderão votar os Dirigentes, estando ainda vedada esta possibilidade aos Caminheiros, Companheiros e Aeronautas, uma vez que se aguarda a homologação, pela Conferência Episcopal, e publicação, em Diário da República, dos novos Estatutos.
 Deste modo, recai ainda sobre os Dirigentes a responsabilidade de serem exemplo, através do seu direito e dever de votar, permitindo que outros lhe possam seguir as pisadas num futuro próximo.
 O processo eleitoral na nossa associação, seja de que nível for, deve ser encarado como um momento por excelência para crescer e enriquecer o movimento com ideias novas, com novas abordagens, novas experiências ainda que os elementos que se apresentem a escrutínio sejam os mesmos. Haverá sempre algo a mudar, a transformar, a enriquecer em prol dos milhares de crianças e jovens que fazem o CNE.
 A campanha, que se espera participada por todos os intervenientes, constitui uma oportunidade para os Dirigentes se envolverem e discutirem ativamente o futuro da associação. Acredito que, só com o compromisso de todos, desde a I à IV secções, com expressão máxima de representatividade nos Dirigentes, seja possível construir um CNE mais sustentável, abrangente e ambiental, respeitando desta forma não só o compromisso assumido pelo CNE com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, mas também a sua matriz ecológica e inclusiva.
 Não posso deixar de reforçar que a participação no ato eleitoral poderá ser feita de forma presencial, no dia das eleições nas diferentes mesas de voto disponíveis nos núcleos e nas juntas regionais, ou por correspondência. A opção pela votação por correspondência, além das particularidades descritas no regulamento eleitoral, carece de especial atenção quanto à identificação do eleitor. O voto por correspondência exige anexar fotocópia do cartão de cidadão. Não sendo uma situação nova, e de acordo com parecer do CFJN, relembro que apenas será necessária cópia da parte da frente do cartão. No entanto, deve-se acautelar o seu uso indevido, acrescentando que a cedência da fotocópia é apenas para efeitos de identificação decorrentes das eleições para o CNE.
 Tratando-se de um processo vital para os destinos da nossa associação, permitam-me, e em nome da Comissão Eleitoral Nacional, dirigir publicamente uma palavra de agradecimento a todos os Dirigentes envolvidos, que numa ação voluntária, dentro de uma associação de voluntários, são seguramente exemplos para os seus pares.
 Termino com um forte apelo a todos vós, Dirigentes, que como adultos responsáveis sejamos a referência na edificação de um CNE “um pouco melhor” através da observância e no respeito dos princípios éticos e deontológicos próprios que caracterizam a nossa associação. Deixemo-nos envolver pelo espírito do serviço e sejamos voz ativa neste período.

 Esta é a hora! «Valete, frates»! 

Rui Palma
Presidente da Comissão Eleitoral Nacional do CNE 


LISTA ÚNICA - JUNTA CENTRAL






LISTA A - Conselho Fiscal e Jurisdicional Nacional





LISTA B - Conselho Fiscal e Jurisdicional Nacional







domingo, 22 de dezembro de 2019

Escutismo: Movimento Seguro (3) por C.A.P.

Escutismo: Movimento Seguro (III)


Na última crónica apresentei o primeiro documento do Escutismo Católico Português, Escutismo: Movimento Seguro, que cria as condições e o enquadramento para que o Corpo Nacional de Escutas continue a propiciar um ambiente seguro para as crianças e jovens que lhe são confiados.
A publicação da Lei 113/2009, de 17 de setembro, tem como objeto (artº 1º) estabelecer «medidas de proteção de menores em cumprimento do artigo 5.º da Convenção do Conselho da Europa contra a Exploração Sexual e o Abuso Sexual de Crianças.» Neste sentido, no nº 1, do artº 2º, estabelece que: «No recrutamento para profissões, empregos, funções ou atividades, públicas ou privadas, ainda que não remuneradas, cujo exercício envolva contacto regular com menores, a entidade recrutadora está obrigada a pedir ao candidato a apresentação de certificado de registo criminal e a ponderar a informação constante do certificado na aferição da idoneidade do candidato para o exercício das funções.»
Ciente das suas responsabilidades o Escutismo determinou, pela ordem de serviço nacional (OSN) nº 583/2010, de 26 de fevereiro, que:
«a) Todos os candidatos a Dirigentes e/ou CIL’s só podem ser admitidos mediante apresentação de certificado de registo criminal, com a menção suprarreferida [que se destina ao exercício de funções que envolvam contacto regular com menores. (Lei n° 113/2009)];
b)    Todos os dirigentes no ativo devem apresentar o mesmo certificado de registo criminal até ao dia 31 de maio de 2010.
c)    Não será admitido regresso ao ativo de qualquer dirigente que não apresente certificado de registo criminal.»
Mais tarde, pela OSN nº 629/2013, de 29 de novembro, acresce três novos pontos:
«6.  Se do certificado constar menção da existência de processo ou de condenação, não pode o dirigente ou o candidato a dirigente (aspirante ou noviço) exercer qualquer tarefa ou função no CNE, devendo deste facto ser informada a Junta Central.
7.    Nas situações previstas no número anterior, ou outras que surjam posteriormente, o CNE assume como suas as orientações produzidas, no dia 19 de abril de 2012, pela Conferência Episcopal Portuguesa, em articulação com as determinações da Santa Sé, e publicadas pela Agência Ecclesia.
8.    A Junta Central coordenará todos os procedimentos, em articulação com a Junta Regional respetiva e o Bispo da diocese, e agirá de forma direta, ou por delegação, junto das instâncias judiciais.»
Com a publicação da Lei 103/2015, de 24 de agosto, que dá nova redação à Lei 113/2009, e que estabelece que a entrega do registo criminal, suprarreferido, se proceda anualmente, o Escutismo, pela OSN 654/2015, de 30 de setembro, incorporou nos seus normativos esta norma legal. Mesmo tendo consciência que esta operação custou, em janeiro de 2019, o valor de 71.920,00 euros, aos 14.384 adultos, dirigentes e candidatos a dirigente, abrangidos pela lei.
Comparando com o que se passa com os profissionais do Ministério da Educação, nas escolas, sendo o mesmo ministro que tutela a área da juventude, será expetável que os membros de CNE sujeitos à apresentação anual deste documento (frisar que não é a apresentação que está, como nunca esteve, em causa) e outros voluntário que estejam sob a alçada de referida lei, tenham o mesmo tratamento que todos os profissionais das escolas públicas deste país que, por protocolo celebrado entre os Ministérios da Educação e da Justiça, estão isentos do pagamento da taxa na emissão do certificado (cfr. Nota Informativa • Registo Criminal • Pessoal Docente e Pessoal Não Docente, de 16 de setembro de 2016, subscrita pela Diretora-Geral da Administração Escolar). O processo é simples e pode passar pela extensão do referido protocolo aos voluntários tutelados pelo mesmo ministério ou por uma alteração ao nº 6 do artº 35º do Decreto-Lei nº 171/2015, de 25 de agosto, ou ainda por inscrição desta medida na lei orçamental que está em debate.
Que bom seria para os voluntários deste país, que lidam com crianças e jovens, puderem, nesta quadra natalícia, sentir, em 2020, um ato de justiça isentando-os do pagamento da referida taxa.

Carlos Alberto Lopes Pereira
artigo publicado a 20 dezembro 2019 no jornal diário "Correio do Minho"


P.S.

Permitam-me, caros leitores e pessoal do Correio do Minho, que vos enderece votos de Santo Natal e Feliz Ano Novo.

Outros artigos neste LINK





Folhinha nº 657 de 23 a 29 dezembro de 2019

Folhinha Interparoquial nº 657 de 23 a 29 dezembro de 2019
Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias







Falecimento - António da Cunha


A Direção do Agrupamento de Escuteiros nº 810 Nogueiró, do Corpo Nacional de Escutas, cumpre o doloroso dever de informar o falecimento do Sr. António da Cunha, Avô paterno do Chefe de Agrupamento, Nuno Cunha, mais informa que o corpo se encontra em câmara ardente no Salão Paroquial de Lago - Amares. 
funeral, com missa de corpo presente, realiza-se amanhã segunda-feira, dia 23 de dezembro de 2019 ás 15h:30 no Salão Paroquial de Lago - Amares.
A direção do agrupamento envia ao Chefe Nuno e a toda a família, sentidas condolências. Que o Chefe Divino acolha o Sr António no acampamento eterno, descanse em paz.

P´la direção do agrupamento
Márcia Coelho
Chefe de Agrupamento Adjunto

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Campanha Escuteiro Eletrão 2020


Contacte: geral.810@escutismo.pt

A acção “Escuteiros Electrão” decorrerá entre 1 de Dezembro 2019 e 30 de Junho de 2020

Faça chegar as Suas Pilhas / baterias usadas, aos nossos Escuteiros ou na nossa Sede

Faz pilhas de Boas Acções pelo ambiente!






segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Folhinha nº 656 de 16 a 22 dezembro de 2019

Folhinha Interparoquial nº 656 de 16 a 22 dezembro de 2019
Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias








quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Folhinha nº 655 de 9 a 15 dezembro de 2019

Folhinha Interparoquial nº 655 de 9 a 15 dezembro de 2019
Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias






sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Escutismo: Movimento Seguro (2) por C.A.P.

Escutismo: Movimento Seguro (II)


A Junta Central lançou, em junho de 2016, a primeira edição do projeto “Escutismo: movimento seguro”, onde o CNE garante a proteção e a segurança dos seus elementos, porque este princípio emana da finalidade e da missão do movimento, desde os tempos do seu fundador, promover a felicidade das crianças e jovens que acolhe e seu desenvolvimento enquanto cidadãos solidariamente ativos nas suas comunidades.
Este documento é composto por quatro áreas temáticas que integram alguns subtemas.

I. Desenvolvimento Individual:
1. Saúde e Bem-estar - vida ao “ar livre” faz com que o exercício físico seja naturalmente realizado, por isso, o tempo de repouso é fundamental e ocorre enquanto, os próprios, confecionam as suas refeições para reporem a energia necessária, aprendendo uns com os outros, fortalecendo o espírito de liderança e de entreajuda.
2. Segurança nas atividades – o Escutismo promove a (auto)educação de crianças e jovens para a autonomia, responsabilidade na aventura, nesta perspetiva, estes desenvolvem o reconhecimento e a gestão do risco, através das atividades proporcionadas onde este é vivido de forma e em ambiente controlado.
3. Utilização segura das tecnologias - neste nosso tempo, o uso das TIC no dia-a-dia, de um modo especial os sistemas portáteis, são ferramentas sem as quais nos seria muito difícil viver, mas de um modo especial os jovens. Ao movimento compete promover a utilização sadia, quer na área das comunicações, da pesquisa e da construção de projetos. Claro que há perigos, e não são poucos, mas como dizia o fundador, temos que olhar sempre o lado bom das coisas.

II. Interligação entre pares:
1. Bullying - com a criação do Sistema de Patrulhas, isto é, da vivência em pequenos grupos, o acolhimento da criança ou do jovem é mais fácil, pois a atribuição, desde a sua chegada, de uma tarefa ou função que contribua para o bem-estar da Patrulha, ela assume-se como uma parte do todo e o todo reconhece-lhe o direito de uma das suas partes. A Patrulha, ele própria, assume-se como uma micro comunidade com regras de funcionamento e de gestão pautadas pelos Valores da Lei e da Promessa do Escuteiro, privilegiando a aprendizagem ativa da vida em sociedade, de forma democrática e solidária.
2. Rituais - os rituais de acolhimento no Movimento pautam-se pela criação de um ambiente sadio e de desinibição dos novos elementos. Os rituais de iniciação ou praxes violentas ou que humilhem ou firam a dignidade humana, não são admissíveis.
3. Relacionamentos afetivos - o relacionamento afetivo de crianças e jovens é parte integrante da formação da personalidade promovida pelo Escutismo, enquadrada no respeito pelos valores transmitidos pelas famílias, da Lei do Escuta e do Programa Educativo do CNE.
4. Privacidade e intimidade - o Escutismo Católico Português promove uma cultura de interpares de respeito pela privacidade e intimidade de cada qual, em todas as circunstâncias.

III. Relação educativa adulto-criança/jovem:
1. Confiança - esta relação educativa pressupõe e promove uma relação de confiança da criança e jovem junto do adulto e deste junto dos mesmos e das respetivas famílias.
2. Disciplina - o Movimento promove um ambiente de ordem e (auto)disciplina, segundo uma pedagogia positiva, promotora de uma consciencialização pessoal das regras de sã convivência.
3. Integridade - a salvaguarda e o respeito pela integridade de crianças e jovens é o núcleo central da missão do dirigente do CNE, sendo o seu exemplo de conduta um elemento fundamental para a perceção da segurança do ambiente escutista nesta área.

III. Adultos no Escutismo:

O Adulto, no CNE, é o dirigente que, identificando-se plenamente com o ideário do Escutismo Católico Português, neste exerce uma ação voluntária em prol da (auto)educação das crianças e jovens. Este adulto, antes de se tornar dirigente, é convidado a fazer, com sucesso, o Percurso Inicial de Formação, de duração até dois anos ou três, e depois, tem ao seu dispor um conjunto de ações de formação contínua e de especialização em alguns percursos formativos. 

Carlos Alberto Lopes Pereira
artigo publicado a 06 dezembro 2019 no jornal diário "Correio do Minho"

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Folhinha nº 654 de 2 a 8 dezembro de 2019

Folhinha Interparoquial nº 654 de 2 a 8 dezembro de 2019
Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias







domingo, 1 de dezembro de 2019

Rover 100, pelos olhos da Catarina do 426

Rover 100... Após algum tempo para refletir posso dizer que esta não foi só mais uma atividade mas sim A ATIVIDADE e sem dúvida que em tantos anos de escutismo foi a que mais me marcou!


Tudo começou com um cafezinho no Apeadeiro, um almoço debaixo da ponte e um percurso individual que de individual nada teve, havendo até paragens de autocarro sobrelotadas de pessoas malandras (e incríveis diga-se também)! Seguiu-se um pelotão de pessoas extraordinárias e uma busca noturna de local para pernoitar, dado que ainda não adquirimos a capacidade de montar tendas em alcatrão. 

Com muita animação à mistura e uma união quase inata, lá encontramos um local para montar a tenda que curiosamente estava protegido pela padroeira de Avanca. Esfomeados, fomos em busca de um café e o sonho tornou-se realidade: dançamos ao som do Kuduro e este foi o nosso bilhete para entrar na festa da vizinhança onde tivemos direito a muita comida, bebida e, mais importante, carinho daquela população tão peculiar! A simpatia prolongou-se até ao dia seguinte, pois ofereceram-nos um pequeno-almoço digno de reis! Foi assim que surgiu o pelotão Dona Fátima de Avanca!

Continuamos o nosso caminho e juntamo-nos aos restantes pelotões que rapidamente passaram de estranhos a amigos para a vida! Partilhamos vários momentos em Avanca, desde a luta contra a horta selvagem e as varandas do lar, aos banhos “extremamente quentes” de mangueira ao ar livre, às suecadas prolongadas e cantorias tão nossas, até às noites tardias de diversão, chouriça e de muita mas muita amizade! Foi neste local que criamos laços que originaram o GRANDE ESPÍRITO da Companhia 10 : Egaz Moniz!!! 

Partimos, então, para o campo principal e fomos recebidos com uma bela apresentação militar que fez com que em 1 minuto conseguíssemos estar prontos (ou quase prontos) para mostrar o nosso belíssimo grito de Companhia sob um ataque de granadas! Seguiu-se o trabalho de equipa presente nas montagens do pórtico e cozinha, que culminaram em construções fantásticas! 

Ao longo dos 3 dias tivemos momentos de aprendizagem na área do suporte básico de vida, assim como na área da sobrevivência, e tivemos ainda direito a um " treino militar"! Conseguimos, também, dar um mergulho na piscina (literalmente um) e fazer atividades náuticas que acabaram numa guerra aquática bastante molhada! Pelo caminho destas aventuras, brindamos às amizades autênticas e, como seria de esperar, ao som do nosso traçadinho de Avanca! Houve tempo também para disfrutar de um concerto memorável numa das noites, onde os sentimentos estiveram à flor da pele e a nossa união enquanto Companhia foi notória!

Por fim, visitamos um pouco da cidade que nos acolheu, Aveiro, tendo a oportunidade de fazer ovos moles e andar de moliceiro, sendo que a melhor parte do dia foi as minis serenatas que íamos fazendo às pessoas, contagiando-as com a nossa boa disposição! Por último e não menos importante, tivemos o arraial, onde demos o nosso próprio show, tanto fora como em cima do palco! Sem dúvida que ganhamos alguns fãs da nossa versão do hino do Rover100 pelo caminho e que " tudo o que fizemos em serviço, em amor se devolveu"! Foi uma experiência única que vou recordar para sempre, assim como cada um dos caminheiros que fez parte da Companhia 10!! 

Um enorme obrigada a todos, pois sem as diferenças e singularidades de cada um deles, nada disto seria possível!!! Quero deixar também um obrigada especial ao meu pelotão que mostrou que a idade é apenas um número e que em nada está relacionada com a vivência da IV secção e com o amor e dedicação que lhe está implícito! Muito orgulho em todos vocês! Seremos para sempre a Companhia mais alegre, artística e dinâmica de sempre!!!

Catarina Ferreira
Caminheira no Agrupamento 426 Lamaçães - Braga






Fotos: Diana Matos