domingo, 22 de janeiro de 2023

Folhinha interparoquial nº 793 de 23 a 29 de janeiro 2023

Folhinha interparoquial nº 793 de 23 a 29 de janeiro 2023

Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este

Intenções das missas e informações das 3 paróquias:





sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

Projeto Pessoal de Vida e Progresso para o Caminho

Projeto Pessoal de Vida e Progresso para o Caminho"


por: Carlos Alberto Lopes Pereira
artigo publicado a 20 de janeiro 2023 no jornal diário "Correio do Minho"


O Projeto pessoal de vida e progresso para o Caminho, deverá ter em atenção os seguintes parâmetros:
- A mística e valores propostos;
- Fins do Caminheirismo
- Progresso sugerido no sistema de progresso;
- Desenvolvimento de qualidades:
- técnicas
- físicas
- morais
- sociais
- intelectuais
- profissionais
- espirituais

Este projeto, poderá ser revisto no fim de uma Caminhada, de uma etapa de progresso ou de um determinado momento do caminho, sempre por iniciativa do jovem adulto. Este projeto pessoal de vida e progresso para o caminho, deverá ser o elemento mais importante de referência, medida para o jovem adulto que vai trilhar uma nova fase da sua vida.

O Caminheiro é um jovem adulto a quem o Escutismo ajuda a definir com verdade, clareza e rigor toda a sua personalidade de futuro homem, com base na Pedagogia Escutista.
Como todos nós, o Caminheiro é um jovem com horizontes mais vastos, apresentando-se à sua comunidade e ao mundo como um Modelo de uma forma nova de existência.
A mística do caminheirismo, com os seus valores, irá ajudar a formar um tipo de homem novo, que se pretende lançar na vida, que seja capaz de vivê-la, olhá-la e interpretá-la de uma forma nova e com uma nova mentalidade.
As qualidades que iremos apontar como características de um bom caminheiro, não serão autênticas senão na medida em que o que procura possuí-las as realize tão simplesmente e com tal normalidade que estas sejam tão naturais como respirar.

O ser Bom, o fazer o bem, o viver para ser útil e servir, deverá ser o hábito que deve ficar do caminheirismo, marcando um carácter e uma personalidade tão boa como natural.
Em face do que foi dito, o jovem adulto deve elaborar o seu projeto pessoal de forma a referenciar toda a sua caminhada, sendo o seu compromisso de atuação ao longo do caminho.
Este projeto deve ser elaborado de forma a proporcionar o enriquecimento e o desenvolvimento de determinadas qualidades, o respeito pelos valores propostos na mística, a progressão sugerida no sistema de progresso e os fins do Caminheirismo.

Simplesmente, como referência, vamos apontar alguns itens sobres as qualidades atrás focadas:

- QUALIDADES TÉCNICAS - O caminheiro deve aprender, adquirir e desenvolver um conjunto de qualidades e competências técnicas que façam dele um homem atuante, eficaz, útil e equilibrado.

- QUALIDADES FÍSICAS - O caminheiro deve saber manter-se em boa forma física, no equilíbrio de todas as suas forças, na educação de todos os instintos, numa preocupação justa pela saúde e pela do próximo, proporcionando uma vida sã, corrigindo deficiências, para um melhor equilíbrio da sua pessoa.

- QUALIDADES MORAIS - Em toda a sua maneira de ser e agir, o caminheiro reflete o seu bom espírito escutista, com nítida observação dos Princípios, da Lei e da Promessa.

- QUALIDADES SOCIAIS - O caminheiro procura vencer a cada instante o seu egoísmo, o perigo do seu orgulho individual e sobretudo os seus preconceitos; toma interesse por tudo o que o cerca e torna-se um elemento de colaboração e cooperação intensa no meio.

- QUALIDADES INTELECTUAIS - O caminheiro prossegue sempre num esforço sério de enriquecer cada vez mais a sua inteligência com novos valores e úteis conhecimentos, aplicando-os de forma filantrópica.

- QUALIDADES PROFISSIONAIS - O caminheiro sabe que deve escolher uma profissão, o mais conforme com as suas aptidões e realizá-la com a melhor competência que lhe for possível.

- QUALIDADES ESPIRITUAIS - O caminheiro deve conhecer a sua Fé deve aprofundá-la, vivê-la e testemunhá-la. O caminheiro é um filho de Deus que procura, em tudo, conformar a sua vida com a de Jesus Cristo que é Modelo perfeito e único. Deve ser um fiel obreiro no reino de Deus e trabalhar pela sua dilatação e intensificação.
Este projeto pessoal de vida e progresso deve ser elaborado antes do Compromisso e reajustado sempre que tal seja necessário. Deve ser guardado pelo próprio caminheiro, que o discutirá, sempre que oportuno, com o seu Chefe de Clã. É um documento pessoal, e como tal, não pertence nem ao Clã nem a qualquer equipa.



Nota:
Este texto está em itálico porque é uma citação da Proposta Educativa da IV Secção, do Corpo Nacional de Escutas, 1991, (Depósito Legal 40.192/91), sendo o primeiro texto definidor do PPV, e ter sido o resulta de uma experimentação e debate nacional durante dois anos escutistas.


outras crónicas já publicadas:



domingo, 15 de janeiro de 2023

Folhinha nº 792 de 16 a 22 de janeiro 2023

Folhinha interparoquial nº 792 de 16 a 22 de janeiro 2023

Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este

Intenções das missas e informações das 3 paróquias: 




Arquidiocese de Braga - Peregrinação dos Símbolos das JMJ 2023

 O Comité Organizador Diocesano da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Lisboa 2023 divulgou a programação para Peregrinação dos Símbolos pelos 14 arciprestados que compõem a Arquidiocese de Braga. Pode fazer aqui o download do cartaz para divulgar nas comunidades.





domingo, 8 de janeiro de 2023

Folhinha nº 791 de 9 a 15 de janeiro 2023

Folhinha interparoquial nº 791 de 9 a 15 de janeiro 2023

Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este

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sábado, 7 de janeiro de 2023

A Carta de Clã e o PPV - Projeto Pessoal de Vida

A Carta de Clã e o PPV - Projeto Pessoal de Vida"


por: Carlos Alberto Lopes Pereira
artigo publicado a 6 de janeiro 2023 no jornal diário "Correio do Minho"


No final de 2022, na crónica “Os Caminheiros do CNE” deixei em aberto a necessidade de abordar duas ferramentas fundamentais na vida dos caminheiros, enquanto membros do Clã e protagonistas das orientações e do desenvolvimento da educação de todos e de cada um deles, num percurso de preparação para se tornarem no cidadão solidariamente ativo, agindo à luz da fé que professam e dos valores constitucionais de liberdade, igualdade e fraternidade, materializados na vivência da parábola do “Bom Samaritano”.

Não deixa de ser curioso que a primeira vez que tive contacto com o conceito de Carta de Clã foi através de uma publicação intitulada “Caminheiros”, publicada como suplemento à revista “Flor de Lis”, no ano de 1973, um ano depois de ter feito a minha promessa de dirigente.
Este documento era apresentado da seguinte forma: “O trabalho que aqui se apresenta é um resumo do que está regulamentado, traduzido e adaptado, pela Região de Lisboa, e posto em prática há alguns anos”, sendo o seu autor identificado pela designação “Uma Equipa do C.N.E.” (folha C1).
É no capítulo Q, dedicado à Equipa – base da vida do caminheiro (que hoje designamos por “Tribo”, no verso da folha Q2 que podemos ler, sob o título “A CARTA DE CLÔ: “O Progresso Comunitário, mais vulgarmente designado por Carta de Clã, é um dos segredos do método mais desconhecidos entre nós e, que saibamos, só foi posto à experiência em Clãs da região de Lisboa.”

O pensamento defendido por estes pedagogos foi-se diluindo no tempo, fruto de outras opções ou orientações, sendo recuperado pela Junta Central eleita em Janeiro de 1984 e empossada a quatro de fevereiro desse ano, com o propósito de renovar as propostas educativas das quatro Secções, tendo os projetos sido divulgados, em texto policopiado, para debate e enriquecimento nos anos de 1986 e 1987, sendo os manuais impressos entre 1989 e 1991, tendo sofrido alguns ajustes no mandato seguinte, como por exemplo o título da publicação passou de Proposta Educativa da IV Secção para Metodologia Educativa da IV Secção, e de igual modo, nas outras três Secções.

A Região de Coimbra editou um KIT de formação “Curso Chefes de Equipa” em setembro de 2001, cuja ficha b3 trata do PPV-Projeto Pessoal de Vida e a b7 aborda a Carta de Intenções (Carta de Clã).
Por sua vez, o “Manual do Caminheiro – Adesão / Bronze” editado em 2003, inclui, como oitava prova da fase de adesão à IV Secção a “Elaboração do Projeto Pessoal de Vida”, páginas 125 a 131.

Finalmente, com a nova reformulação do Programa Educativo do CNE e do Sistema de Formação de Adultos no Escutismo, iniciada em 2000/2001, à luz da metodologia RAP (Renewed Approach to Programme) e operada nos mandatos de 2008/2010 e 2011/2013. Que, para além do texto regulamentar apropriado, teve um vasto leque de publicações de suporte à sua divulgação e implementação. Assim, a Secretaria Pedagógica publicou as seguintes obras:
• Educamos Para Quê? (2003/2004);
• Programa Educativo do CNE (2010);
• Caderno de Caça – Lobitos (2010);
• Caderno de Descobertas – Exploradores e Moços (2010);
• Diário de Vivência – Pioneiros e Marinheiros (2010);
• Diário de Percurso – Caminheiros e Companheiros (2010);
• Projeto Educativo – Manual do Dirigente (2011);
• Adultos no Escutismo (2013);
• Sistema de Formação de Adultos no Escutismo (2013);
• Mística e Simbologia do Corpo Nacional de Escutas (2014).

Este processo recolocou tanto a Carta de Clã como o PPV no centro da Vida dos Caminheiros, das Tribos e dos Clãs.
No ano escutista de 2014/2015, a equipa nomeada pelo Secretário Nacional Pedagógico produziu o relatório de avaliação intercalar que foi apreciado em Conselho Nacional (Assembleia Geral) do CNE

Hoje, ficamo-nos por este referencial ao histórico do processo de desenvolvimento e depois voltaremos ao assunto para “olharmos” para estes dois documentos considerados fundamentais na vida da IV Secção.?




segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Folhinha nº 790 de 2 a 8 de janeiro 2023

Folhinha interparoquial nº 790 2 a 8 de janeiro 2023

Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias:




sábado, 31 de dezembro de 2022

A Partida com a Luz da Paz de Belém


No sábado do fim de semana antes do Natal, dia 17 de dezembro, sentiu-se uma energia diferente na paróquia de Nogueiró. Um misto de nervosismo, nostalgia, e união, com o espírito Natalício presente. Tinha chegado o dia do clã dos caminheiros dizer adeus aos seus membros mais velhos. Eu e a Elsa sentíamo-nos naquele dia, e já há alguns meses, prontas para fazer caminho, com a confiança que tínhamos atingindo o Homem Novo no movimento, com a aspiração de sermos membros úteis na sociedade. Despedimo-nos com o seguinte texto, que arrancou alguns sorrisos nos presentes:

 

“Olá eu sou Rita,

Olá eu sou a Elsa.

Esta aventura começou quando tínhamos 6 anos,

E acho que agora já sabemos o que é o escutismo sem enganos. 

Entramos como lobitas.  

Foi aí que saímos da toca todas catitas. 

Depois vieram os exploradores, 

As centopeias no ACANAC e os fedores.

O ACAREG e a panela queimada marcaram o nosso pioneirismo, 

Mas tudo se tornou mais sério no caminheirismo, 

Com workshops e cenáculos,  

E equipas perdidas no monte que enfrentaram muitos obstáculos. 

Sentimo-nos prontas para partir,

E relembramos o que vivemos a sorrir. 

Respondemos sempre vamos! 

Porque vamos deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos!

 

Na mesma cerimónia fez-se a tradicional entrega da Luz da Paz de Belém à comunidade, que este ano ganha um significado especial face ao conflito mundial que nos afeta diariamente. Mas também esta luz tem uma dimensão mundial, criando uma rede de paz que a todos aproxima e aquece o coração.

Fomos todos para casa mais quentinhos, prontos para viver a quadra natalícia, com uma chama que alimenta a nossa força interior para enfrentar os desafios do novo ano que se aproxima.

 

Votos sentidos de um feliz 2023 para todos,

Rita Fernandes

Escuteiros de Nogueiró

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

Folhinha nº 789 de 26 de dezembro 2022 a 1 de janeiro 2023

Folhinha interparoquial nº 789 de 26 de dezembro 2022 a 1 de janeiro 2023

Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias:



sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

A Luz da Paz de Belém e o Espírito de Paz

A Luz da Paz de Belém e o Espírito da Paz"


por: Carlos Alberto Lopes Pereira
artigo publicado a 23 de dezembro 2022 no jornal diário "Correio do Minho"



Este projeto, “a Luz da Paz de Belém”, foi lançado, em 1982, pela televisão pública austríaca, no âmbito de um programa social intitulado “Light in the Dark” (Luz no Escuro), dedicado a crianças carentes, tanto na Áustria como nos países vizinhos.

Em 1986, a Austrian Broadcasting Company associou-se a esta iniciativa da Luz da Paz de Belém, fazendo sair este projeto da “caixa mágica” conferindo-lhe uma maior abrangência e capacidade de ação.
Em 1989 foi a vez do Movimento Guidista e Escutista Austríaco se juntarem ao projeto e, através deste, quase todas as associações nacionais de Guias e Escuteiros europeus, rapidamente aderiram de forma massiva a este projeto, que se expandiu pela europa e quase que, de ato contínuo, transbordou para os restantes continentes, ganhando assim uma dimensão mundial.

Em 1990, a adesão, por todo o mundo, era tão grande que houve necessidade de assinar um acordo entre escuteiros e guias, de muitos países, para permitir que a luz, vinda de Belém para Viena, viajasse através da Europa e dos outros continentes.

Assim, todos os anos, uma criança da austríaca que, selecionada em critérios humanistas revelados pelas vivências da criança, recolhe na Luz na Gruta da Natividade, em Belém, local identificado com o nascimento de Jesus, onde a luz é “eterna”, pois nunca se apaga, e leva-a para a Áustria, onde é distribuída, numa cerimónia ecuménica, semanas antes do Natal. A Luz é entregue às delegações participantes para que a façam chegar aos seus respetivos países com uma mensagem de Paz, Amor e Esperança.

Em Portugal, na primeira década deste século, a Luz chegava pela mão do Movimento Scout Católico de Espanha e também pela mão de um Cônsul Honorário da Áustria no Algarve, residente em Albufeira, e, neste caso, a partilha da Luz era feita, a princípio, na Câmara Municipal e depois na Igreja Matriz desta cidade, em cerimónia ecuménica com copresidência do pároco e do presidente da Câmara.

Por circunstâncias da minha vida tive o grato prazer de participar numa destas cerimónias na Igreja Matriz de Albufeira, a convite do presidente da Câmara com quem tinha partilhado alguns anos das nossas vidas dedicados ao movimento associativo de pais. Confesso que fiquei impressionado como aquela pequena luz era tão agregadora de pessoas crentes (de diversas religiões) e pessoas não crentes, mas como dizia na altura o Presidente da Câmara Municipal: “todas elas portadoras do Espírito de Paz” que o procuravam viver no seu quotidiano.
Assim, nos diversos países, a nível mundial, a partilha da Luz tem-se adaptado às novas realidades que fomos vivendo no final da última década do século passado e neste novo século, tendo-se formado, informalmente, uma verdadeira Rede de Paz, que a todos aproxima!

Depois de receber a Luz de Belém, em cada país, as associações aderentes fazem, em cerimónia própria, a distribuição da Luz da Paz de Belém para que os seus Agrupamentos e escuteiros a possam redistribuir pelas comunidades em que estão inseridos: igrejas, casas particulares, hospitais, lares de idosos, prisões, locais públicos de desenvolvimento social, cultural, político ou em qualquer lugar onde se aprecie o seu significado.

Este ano escutista, sob o signo do centenário da fundação do Corpo Nacional de Escutas – Escutismo Católico Português (27 de maio de 1923), associado à realização da Jornada Mundial da Juventude, o lema proposto para a missão do projeto “A Luz da Paz de Belém” é o seguinte: Leva essa Luz em Ti, de forma que cada ação, de paz ou de serviço, realizada seja iluminada pela chama que raramente se vê com os olhos e como dizia Saint-Exupéry: “o essencial é invisível aos olhos; só se vê bem com o coração”. Partilhando, desta forma, o Espírito de Paz para que, também ele, brilhe no coração das pessoas com que convive.

Aproveitando esta quadra festiva, não posso deixar de apresentar votos de um Santo Natal e um Feliz Ano Novo aos leitores do Correio do Minho e a todos os profissionais que, diariamente, dão forma e vida a este jornal.





domingo, 18 de dezembro de 2022

Folhinha interparoquial nº 788 de 19 a 25 de dezembro 2022

Folhinha interparoquial nº 788 de 19 a 25 de dezembro 2022

Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias:




Luto Nacional - Rui Filipe Fernandes Picas

 O Movimento Escutista e o Corpo Nacional de Escutas ficaram hoje mais pobres pela partida do Pioneiro Rui Filipe Fernandes Picas, do Agrupamento 559 – Lama, Núcleo de Barcelos, Região de Braga para o acampamento eterno.

Ao abrigo do artigo 9º, do Regulamento de Protocolo do CNE, a Junta Central declara luto oficial nacional por um período de 7 dias, a contar do dia 17 de dezembro de 2022.

Para com ele, sua família e agrupamento manifestamos as nossas sentidas condolências e solidariedade neste momento de tristeza e dor.


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Extrato da OSN 745, de 30 de dezembro de 2022

1. DETERMINAÇÕES

Pelo falecimento do Pioneiro Rui Filipe Fernandes Picas, ao abrigo do artigo 9º, do Regulamento de Protocolo do CNE, a Junta Central, solidária com o Agrupamento 559 – Lama e a Região de Braga, decreta luto oficial nacional por um período de 7 dias, a contar do dia 17 de dezembro de 2022.
O luto manifesta-se institucionalmente, pelo hasteamento a meia-haste das bandeiras ou por uma banda de crepe preto a cobrir a parte superior de bandeiras quando estas se encontrem em mastros portáteis.
Individualmente, os associados, querendo, podem usar uma braçadeira estreita de crepe preto, colocada no braço esquerdo, sobre o uniforme, como forma de manifestação pessoal de luto seja este institucional ou pessoal.

Lisboa e Sede Nacional, 17 de dezembro de 2022

O Chefe Nacional
Ivo Faria




IV domingo do Advento - E tu, por que(m) esperas?

 


domingo, 11 de dezembro de 2022

Folhinha interparoquial nº 787 de 12 a 18 de dezembro 2022

Folhinha interparoquial nº 787 de 12 a 18 de dezembro 2022

Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias: