Folhinha Interparoquial nº 718 de 21 a 27 de junho de 2021
Paróquias de:- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias:
Folhinha Interparoquial nº 718 de 21 a 27 de junho de 2021
Paróquias de:A direção do Agrupamento de Escuteiros de Nogueiró, cumpre o doloroso dever de informar o falecimento da D. Maria Alice Afonso Lestra Pereira, Avó paterna dos seus Escuteiros, Francisco Maria, Beatriz Maria e Afonso Maria.
“Franklim Oliveira: o Primeiro Chefe Nacional dos Escuteiros Católicos"
É
voz comum no Corpo Nacional de Escutas que o primeiro Chefe Nacional foi D.
José de Lencastre, o que está profundamente errado pois ele foi eleito no dia 3
de janeiro de 1925 e tinha a seguinte constituição «Diretor Geral: D. Manuel
Vieira de Matos; Comissário Nacional: D. José Maria de Queirós e Lencastre;
Inspector Mor: Dr. António Avelino Gonçalves; 1º Vogal: Capitão Graciliano Reis
da Silva Marques e 2º Vogal: Álvaro Benjamim Coutinho» [1],
mas o CNE foi oficialmente criado no dia 27 de maio de 1923.
Devemos
ter presente duas realidades: a primeira é que o Escutismo Católico teve, ao
longo dos tempos três designações: de 1923 a 1925 “Corpo de Scouts
Católicos Portugueses”, de 1925 (28 de fevereiro) a 1934 “Corpo Nacional de Scouts”
e de 1934 até hoje “Corpo Nacional de Escutas”; a segunda é que o cargo de “Chefe
Nacional” substituiu a designação inicial de “Comissário Nacional” que perdurara
até à publicação dos novos estatutos do CNE, em “A Flor de Lis” de maio de 1942.
Independentemente das designações adotadas, nos diversos textos estatutários,
sempre se considerou que o “Corpo de Scouts católicos Portugueses”, o
Corpo Nacional de Scouts e o “Corpo Nacional de Escutas” identificam a
mesma associação escutista.
É
claro que no tempo decorrido entre a fundação oficial do Escutismo Católico
(maio.1923) e a eleição de D. José de Lencastre (janeiro.1925) houve um
Comissário Nacional. O Assistente Regional de Braga na sua obra comemorativa
das Bodas de Prata do CNE, afirma categoricamente: «Franclim António de Oliveira, 1.º
Comissário Nacional e grande animador inicial do movimento
»[2],
recorrendo ao Diário do Minho, publicado no dia 29 de maio de 1923, dois dias
depois da fundação oficial do Escutismo Católico, na página 2, sob o título Corpo
de Scouts Católicos Portugueses, podemos ler a seguinte notícia: «No
passado domingo, 27 de maio, inaugurou a sua existência oficial na nossa cidade
esta utilíssima associação juvenil. Braga viu desfilar pelas suas ruas, em
perfeita ordem e aprumo, os novos “boy-scouts”, primeiras flores de uma
primavera de belesa que começa a sorrir cheia de encantos e esperanças no nosso
país.
A
Comissão fundadora do Corpo que tanto trabalhou para lhe dar vida já depôs o
seu mandato, entregando a direcção suprema da organisação nas mãos duma Junta
Nacional que ficou assim constituída:
· Capelão-mór
geral, o Sr. Arcebispo Primaz.
· Comissário
Nacional, o Sr. Franklim António de Oliveira.
· Inspector-mór
geral, o Sr. António Avelino Gonçalves.
· Secretário
geral, o Sr. Manuel Soares da Silva.
· Tesoureiro
geral, o Sr. Álvaro Benjamim Coutinho.
Ficou
também constituída a Junta Arquidiocesana de Braga pela seguinte maneira:
· Capelão
Diocesano – o Rer.º P.e Luís Maciel dos Santos Portela, digno abade da
Maximinos, e
·
Comissário Diocesano – o Sr. Capitão
Graciliano Marques.»
Fica
muito claro que o primeiro Comissário (ou Chefe) Nacional foi o dirigente Franklim
António de Oliveira, sendo de inteira justiça que assim seja recordado. Uma das
suas mais notáveis ações foi o planeamento e preparação do primeiro Campo-Escola
“São Tomás de Aquino“, que se realizou na Região do Porto, nos primeiros dias
do mês de maio de 1925, já este dirigente, por razões que ainda não estão
documentadas, tinha deixado os Scouts Católicos[3],
tendo depois regressado à Associação dos Escoteiros de Portugal, onde se
iniciara no Escutismo.
[1] CNS, A Flor de Lis, ano
1, nº 1, fevereiro de 1925, pp. 1 e 2,
[2] Salgado, Pe. Benjamim, Radiosa
Floração, CNE, Braga, 1948, p. 9.
[3] Reis, João Vasco, Corpo Nacional de
Escutas - Uma História de Factos (subsídios),
CNE, Lisboa, 2017 - p.96
Folhinha Interparoquial nº 717 de 14 a 20 de junho de 2021
Paróquias de:Folhinha Interparoquial nº 716 de 7 a 13 de junho de 2021
Paróquias de:“O Corpo de Scouts Católicos Portugueses[1] e a Luta pela Sobrevivência"
O Escutismo Católico Português, ao longo
dos seus 98 anos de vida, que celebrou no passado dia 27 de maio, data de
aprovação dos seus estatutos, por alvará do Governador Civil de Braga. Este
alvará, de 1923, fazia do Corpo de Scouts Católicos Portugueses uma
associação distrital. Contudo, a publicação da Portaria número 3:824, de 26 de
novembro de 1923, determinou que esses mesmos estatutos permitissem ao CSCP
estender a sua ação aos restantes distritos.
Após esta publicação no Diário do
Governo, iniciou-se um aceso debate e, no dia 12 de julho de 1923, «o Sr.
Pereira Osório insurge-se em pleno Senado contra o Escutismo apenas nascido.
Fundamenta o seu protesto numa suposta feição militar que teria o C.N.E. e
ainda na sua urdidura católica que o opositor engloba na decifração de “fins um
pouco tenebrosos” (...) Foi o Mgr. Dias de Andrade que, também no
Senado, defendeu a legalidade e o direito à vida do Scouting Católico de então»[2].
Também na comunicação social se replicou
este debate com pessoas a intervir ora a favor ora contra, cabendo aos jornais
ligado à Igreja católica a defesa do Scouting Católico nascente e aos
jornais ligados à Primeira República procurar justificar a sua ilegalização.
É no meio deste debate que foi publicado
o Decreto número 9:729, de 26 de maio de 1924, decreta a aprovação e procede à
publicação dos estatutos do CSCP que já vigoravam por força da Portaria publicada
em 26 de novembro de 1923.
Esta publicação foi a gota de água que
provocou uma reviravolta no seio do Governo tendo sido publicado, a 12 de junho
de 1924, poucos dias depois do CSCP ter celebrado o seu primeiro ano de
aniversário (27 de maio de 1923), o Decreto número 9:791, revertendo toda a
situação.[3]
Como se pode depreender do texto preambular
do referido Decreto, ficou-se a saber que a Associação dos Escoteiros de
Portugal, liderou este processo contestatário: «Considerando que são
legítimas as ponderações apresentadas pela Associação dos Escoteiros de
Portugal, que, sob o ponto de vista legal se baseiam na doutrina expendida
neste decreto [3:120-B, de 10 de maio de 1917, que aprovou o regulamento da
AEP] e sob o ponte de vista moral revestem uma aceitável exposição quando
salientam os graves inconvenientes de carácter scisionista que daí podem advir,
conjugados gravemente com a parcialidade ideológica, que de forma alguma deve
adulterar o fim altruísta a que coletividades desta natureza visam».
Assim o ministro do interior, Alfredo
Ernesto de Sá Cardoso, que também assinara o Decreto número 9:729, lavra aquilo
que ele pensava ser a sentença de morte dos Scouts Católicos, quando escreve
«Hei por bem (...) decretar que se considere sem efeito o decreto
nº.9:729, de 26 de Maio último, bem como a portaria de 23 de Novembro do ano
findo e o alvará a que na mesma se alude.»
A verdade é que, sob o ponto de vista
jurídico, o Corpo de Scouts Católicos Portugueses, caiu, de certa forma,
na clandestinidade porque não deixou de estar presente nem abandonou, à sua
sorte, os jovens Scouts. A normalidade jurídica só seria reposta com a
publicação do Decreto 10:589, de 28 de fevereiro de 1925, isto é, passados oito
meses e poucos dias. A provar que os Scouts Católicos não tinham baixado
os braços, basta recordar que a Comissão Executiva da Junta Central foi eleita,
em Braga, na reunião da Junta Nacional (hoje designado Conselho Nacional), nos
dias 2, 3 e 4 de janeiro de 1925[4].
Estes oito meses foram um tempo de
clandestinidade ativa com uma forte presença nas comunidades paroquiais, bem ancorada
na sociedade. Por todo o lado surgiram associações de caráter local/concelhio
com estatutos próprios e sob as mais diversas designações. Eram os Núcleos dos
“Scouts de Braga”, da “Sociedade Martins Sarmento”, de Vila Real, da “Catedral
do Porto” e tantos outros.
Poder-se ia pensar que a proliferação
destes “Núcleos” era ocasional, mas a verdade é que todos eles tinham em comum
uma matriz estatutária subjacente, todos ligados aos grupos do CSCP e
floresciam com a “bênção de católicos destemidos”.
Por outro lado, percebe-se a intenção do
ditado popular “dividir para reinar”, pois esta disseminação pelas paróquias
permitia-lhes fugir ao controlo republicano instalado em Lisboa, onde as “tropas”
de inspiração católica se preparavam para suportar uma nova investida feita a
partir do Norte. Com a publicação do citado Decreto 10:589, de 28 de fevereiro
de 1925, entrou-se numa era de acalmia que só seria abalada, alguns anos mais, por
causa da mocidade portuguesa.
[1] Esta associação teve ao longo da sua vida três designações: a primeira, Corpo de Scouts Católicos Portugueses, de 27 de maio de 1923, a segunda, Corpo Nacional de Scouts, de 28 de fevereiro de 1925 e a terceira, Corpo Nacional de Escutas, de 1934.
[2] Salgado, Benjamim, in
Radiosa Floração, Junta Central do CNE, Braga, 1948, p.14.
[3] Nota do autor: A
Associação dos Adueiros de Portugal, criada pelo Decreto 6:277, de 13 de
dezembro de 1919, passou à margem desta polémica.
[4] Salgado, Benjamim, in
Radiosa Floração, Junta Central do CNE, Braga, 1948, p.17 a 19.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Folhinha Interparoquial nº 715 de 31 de maio a 6 de junho de 2021
Paróquias de:Extrato da OSN 726, de 31 de maio de 2021
Folhinha Interparoquial nº 714 de 24 a 30 de maio de 2021
Paróquias de:“Manual do Escoteiro Escolar”
Hoje, em Portugal, há três associações
escutistas oficialmente reconhecidas pelas Organizações Mundiais do Escutismo e
do Guidismo: a AEP-Associação dos Escoteiros de Portugal – fundada em Lisboa,
no dia 6 de setembro de 1913, o CNE-Corpo Nacional de Escutas – findado em
Braga, no dia 27 de maio de 1923 (estas duas associações constituem a Federação
Escutista de Portugal) e a AGP-Associação Guias de Portugas – fundada na
Madeira em 1931, sendo os estatutos aprovados em Lisboa no ano de 1934. Contudo
há uma associação, a AGEEP-Associação das Guias e Escuteiros da Europa-Portugal
– fundada, em Portugal, em 8 de junho de 1979, que, não sendo reconhecida pelas
Organizações Mundiais do Escutismo e do Guidismo, se integra na União
Internacional das Guias e Escuteiros da Europa – Federação do Escutismo Europeu
que é uma Associação Privada Internacional de Direito Pontifício.
Quando falamos do início do Movimento Escutista
ou Guidista em Portugal não devemos esquecer a UAP-União dos Adueiros de
Portugal, fundada no Porto, no dia 10 de março de 1914, mas que terá sido
dissolvida no dia 30 de abril de 1934[1].
Porque um dos seus fundadores, Artur Barros Basto, era judeu e foi mesmo um dos
iniciadores da construção da sinagoga do Porto, há uma tendência para
considerar que os Adueiros eram de inspiração hebraica, embora, aquando da
fundação dos escuteiros católicos, a UAP tenha apresentado uma proposta à
igreja bracarense para que fosse formada, com eles, uma associação denominada Liga
do Scouting Católico Português, esta tese não foi aceite pelos fundadores
do CNE[2].
Normalmente ficamos por aqui quando
falamos das iniciativas pioneiras, mas em 1925, dois anos antes da fundação do
CNE, o professor do primeiro ciclo, como dizemos hoje, António Augusto Martins,
publica, em 1925, na Livraria Escolar «PROGREDIOR», no Porto, um livro
intitulado Manual do Escoteiro Escolar.
O autor identifica, à época duas
associações oficialmente reconhecidas pelo Estado: a União dos Adueiros de
Portugal e a Associação dos Escoteiros de Portugal e afirma: “A primeira,
mais numerosa e a que tem «grupos» escolares, tem a sua sede no Pôrto; a sede
da segunda é em Lisbôa.” (pág. 4) Relembro que o Grupo número três da AEP
foi criado no Liceu Pedro Nunes, pelo próprio reitor do liceu, Sá Oliveira[3].
António Augusto Martins continua, na
página 6: “Então que diferença há entre as duas [UAP e AEP]? Apenas
esta: A primeira aportuguesou os «princípios» e a segunda inglesou o «meio».
Então para qual nos devemos inclinar,
nós, os professores primários?!
Pela circular n.º 15, de 22 de Novembro
de 1923, o ex-director geral sr. dr. João de Barros não nos dá direito de
escolha; determina que nos entendamos com a «Associação»
Eu, depois de ano e meio de prática em
assuntos de «adueiros» e avaliando por êles os «escoteiros», entendo que não
devemos associar-nos a nenhuma das organizações.”
O autor apresenta a seguinte conclusão,
na página 7: “Assim, nós devemos iniciar as crianças nos princípios de
«Baden Powell» em «organizações escoteiras» puramente escolares, deixando ao
aluno o direito de ingressar, mais tarde na «União» ou «Associação».
Enquanto o Estado as não unifique e
estatúa, devemos-lhes nós a orientação administrativa que entendermos, e a
escoteira que passo a expôr resumidamente.”
Ao longo de 39 páginas, o autor expõe o
seu programa para o Escotismo Escolar, programa muito inspirado no Livro de Baden-Powell,
“Escutismo para Rapazes” e semelhante aos programas das associações escutistas
existentes, à época, na Europa e em Portugal.
Na nota que deixa aos seus amigos
(página 47) podemos ler: “Nada criei. Apenas joeirei de alguns manuais
estrangeiros aquilo que me pareceu aplicável ao escotismo escolar que tem de
ser, pela força das circunstâncias, independentemente moldado dentro de certos
limites.”
Apesar da qualidade da proposta deste
professor, ela não fez caminho no nosso sistema de ensino, embora este caminho,
ainda hoje seja percorrido em alguns países.
[1] Pedrosa, David, in
Um Raide de 70 anos. Região do Porto – história do escutismo de uma cidade
pioneira no movimento nacional, CNE, Junta Regional do Porto, 1998, p. 21.
Dias, Francisco Pessoa Sousa Dias, in O Corpo Nacional de
Escutas (documento datilografado de 78 páginas A4) data a sua extinção no ano
de 1935.
[2] Reis, João Vasco, in
CNE uma História de Factos (Subsídios), CNE, Lisboa, 2007, p.82.
[3] Ibidem, p. 70.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Folhinha Interparoquial nº 713 de 17 a 23 de maio de 2021
Paróquias de:Terminou ontem a nossa semana de oração / orientação do Mês de Maria na nossa Igreja Paroquial de Nogueiró.
Folhinha Interparoquial nº 712 de 10 a 16 de maio de 2021
Paróquias de:“O Acampamento do Centenário do CNE”
O Escutismo Católico Português
prepara-se para comemorar o seu centenário no dia 27 de maio de 2023, inicialmente,
estava previsto que as festividades atingissem o seu ponto mais alto, no verão
de 2023, com a realização do XXIV Acampamento Nacional. Com o surgimento da
pandemia, nos inícios de 2020, o Vaticano publicou um comunicado, no dia 20 de
abril de 2020, onde anunciava que a Jornada Mundial da Juventude de Lisboa,
prevista para junho de 2022, seria adiada para o mês de agosto de 2023, «devido
à atual situação de saúde e suas consequências no movimento e agregação de
jovens e famílias, o Santo Padre, juntamente com o Dicastério para Leigos, Família e Vida, decidiu adiar (...) a próxima Jornada Mundial da
Juventude».
Este facto levou a Junta Central do CNE
a reequacionar o calendário e a estratégia para as comemorações do centenário do
movimento, de forma harmonizar a possibilidade dos jovens escuteiros poderem
participar nos dois eventos, sem quaisquer restrições.
Assim, inverteu a lógia da primeira
estratégia, antecipando a data de realização do Acampamento Nacional (AcaNac)
para o verão de 2022, com ele abrindo as comemorações do centenário que
passaram a ter como epílogo a Jornada Mundial da Juventude. O Escutismo Católico
Português, tendo bem presente que a JMJ é o maior evento mundial realizado pela
Igreja, não quis privar os jovens escuteiros da oportunidade de participarem
neste evento único nas suas vidas de jovens ou de jovens adultos, mas também
não se esqueceu da necessidade de voluntários que este evento acarreta para dar
vida à organização do evento e quis responder com o seu lema «Sempre Alerta
para Servir». A equipa nacional do CNE está a preparar um jogo que una
estes dois pontos fortes das comemorações do nosso primeiro centenário.
Recordemos que o Acampamento Nacional reúne,
milhares de crianças, jovens e adultos durante uma semana, em quatro campos, um
para cada uma das 4 Secções: o da Alcateia - Lobitos dos 6 aos 10 anos, o da
Expedição - Exploradores dos 10 aos 14 anos, o da Comunidade – Pioneiros dos 14
aos 18 anos e o do Clã – Caminheiros dos 18 aos 22 anos. Juntos num mesmo
espaço onde desenvolvem atividades por Secção e algumas outras destinadas às
quatro Secções em simultâneo. Há um tema comum a todo o acampamento que cada
uma das Secções desenvolve em função da faixa etária dos seus elementos.
Telegraficamente, lancemos um olhar
sobre os três últimos, que se realizaram no mesmo espaço, o Centro de
Atividades Escutistas de Idanha-a-Nova, onde também se realizará o próximo.
·
2007
– o XXI AcaNac, sob o tema: “Um Mundo, Uma Promessa”, teve 9.700
participantes (crianças, jovens e adultos) e integrado nas comemorações do
centenário do Escutismo Mundial;
·
2012
– o XXII AcaNac, sob o tema: “Escuteirar, Educar para a Vida”, teve 17.100
participantes, sendo 14.410 crianças e jovens e 2.690 adultos voluntários e abrindo
as comemorações do 90º aniversário;
· 2017
– o XXIII AcaNac, sob o tema: “Abraça o Futuro”, teve 21.333
participantes, sendo 18.233 crianças e jovens e 3.100 adultos voluntários e
abrindo as comemorações do 95º aniversário.
Em 2023, o XXIV AcaNac, sob
o tema: “Construtores do Amanhã”, abrirá as comemorações do Centenário
do Escutismo Católico e será, com certeza, um excelente instrumento de
preparação da comunidade escutista para a sua participação na Jornada Mundial
da Juventude de Lisboa.
Organizar um AcaNac não é tarefa fácil,
nem de um homem só! O seu “estado maior” é constituído por um grande número de
equipas e por muitos adultos voluntários de idades e saberes variados e multifacetados,
bem conhecedores dos trabalhos e das experiências já realizadas, certos de que
os feitos passados são isso mesmo e, por isso, devem ser tidos em conta da
construção do XXIV AcaNac, mas não podem aprisionar, nem a criatividade, nem a
inovação, exercidas com responsabilidade. É assim que fazem os verdadeiros
construtores do amanhã.
A minha convicção pessoal é que o
próximo Acampamento Nacional deixará, como os que o antecederam, uma marca
indelével na vida de todos os escuteiros que nele venham a participar,
ajudando-os a serem cidadãos, solidariamente ativos e agindo à luz da fé professada.
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Folhinha Interparoquial nº 711 de 3 a 9 de maio de 2021
Paróquias de: