terça-feira, 2 de abril de 2013

2 de Abril - Dia Mundial da Consciencialização do Autismo

2 de Abril - Dia Mundial da Consciencialização do Autismo,


saiba mais sobre o Autismo no site da AIA - Associação para a Inclusão e Apoio ao Autista - Braga em: http://www.aia.org.pt/

sexta-feira, 29 de março de 2013

"Monsenhor Américo - O Pastor e o Escuteiro"


um artigo publicado hoje 29 março 2013, no jornal diário "Correio do Minho" da responsabilidade do nosso Chefe Nacional, Carlos Alberto Pereira.

"Monsenhor Américo - O Pastor e o Escuteiro"

Quando um amigo parte, fica-nos um vazio no coração, mas quando esse amigo é para nós uma referência de vida, fica-nos também um vazio na alma!
Assim aconteceu a muitos escuteiros com a notícia do falecimento, no passado dia 20 de março, do Assistente Regional Honorário e Vitalício de Braga, Monsenhor Américo Ferreira Alves. Este Padre e Escuteiro de 95 anos tonou-se uma referência para o movimento escutista português e para a igreja bracarense pela sua dedicação, competência e espírito de serviço.
A sua humildade, alicerçada num sentido pragmático da sua missão, leva-o a deixa-nos um pensamento notável, quando, na alegria da sua ordenação sacerdotal, o queriam homenagear: “Não há homenagens! A única deve-se à Santa Igreja que o aceitou para seu ministro” (5.7.1942). Talvez por isto e pela presença permanente da sua referencia de vida, o sentimento de vazio que nos invadiu, começa a dar lugar a um sentimento de Esperança, é como se o espírito otimista do Mons. Américo aconchegasse as nossas vidas.
Tendo iniciado a ação pastoral na sua terra natal - Joane, como vigário cooperador, cedo passou a servir nos seminários diocesanos como ecónomo (1943/49) e como professor (1949/88). Nestes 39 anos dedicados à docência, nos seminários e noutras instituições educativas: Colégio D. Pedro V (1954/57), Liceu Sá de Miranda (1959/60) e Colégio Teresiano (1960/71), teve a oportunidade ajudar a crescer milhares de jovens.
Permitam-me que recorde, aqui e agora, este professor de excelência, que marcou indelevelmente a minha vida pessoal e profissional. Era, acima de tudo, um professor alegre e exigente, para consigo e para com os alunos, com uma compreensão infindável para com aqueles que tinham mais dificuldades, mas implacável para com os que, por preguiça, não “faziam render os seus talentos”. Num tempo e num espaço onde a pedagogia passiva reinava, as suas aulas eram um verdadeiro oásis pela dinâmica que imprimia, pelo enfoque que colocava nos alunos e pelas oportunidades que sempre criava para valorizar o desenvolvimento de cada um em particular, privilegiando os ritmos de aprendizagem individual, promovendo a dinâmica de grupo, os centros de interesse e a participação dos jovens nas suas próprias aprendizagens. Só mais tarde tomei consciência porque as suas aulas eram uma das exceções à pedagogia tradicional: o Mons. Américo vertia para as suas aulas a pedagogia ativa e criativa do Método Escutista de Baden-Powell, fazendo dele um professor de eleição e querido pelos seus alunos.
Como escuteiro, a sua ação é inarrável, por isso, recordarei a fundação do Clã 8, no seminário conciliar, por onde passavam muitos dos seminaristas de teologia, que assim tomavam contacto com este instrumento de educação não formal, preparando-se para o utilizar nas suas paróquias ajudando os jovens a crescer “em sabedoria e graça”. Ninguém pode calcular o efeito “de bola de neve” que esta iniciativa teve no desenvolvimento do escutismo na região de Braga que teve um desenvolvimento escutista muito mais acelerado que as outras regiões de todo o país.
E também a sua visão, bem antes do Concílio Vaticano II, sobre a importância da participação dos leigos no Escutismo que o levou: a cuidar da sua formação - frequentando o curso da Insígnia de Madeira e de Formador, em Gilwell e participando em acampamentos e conferências mundiais; a integrar as equipas de formação do CNE (1951) que percorriam a região e o país promovendo ações de formação; e a ser cofundador, em 1962, do Campo-Escola Nacional Calouste Gulbenkian, em Fraião, onde foi formador e assistente.
O Mons. Américo foi, de facto, um homem determinado e determinante nesta sua missão de Pastor e de Escuteiro, como se pode ver neste seu pensamento produzido aquando da celebração, em 1992/93, das suas bodas de ouro (de sacerdote e de escuteiro): “ainda hoje estaria disposto a recomeçar”.

noticia publicada na edição em papel e em http://correiodominho.pt/cronicas.php?id=4974

quinta-feira, 28 de março de 2013

Semana Santa em Braga - Procissão da Burrinha

Realizou-se ontem 27 de Março o Cortejo bíblico «Vós sereis o meu povo» ou a PROCISSÃO DE NOSSA SENHORA DA «BURRINHA»
Organizado, desde 1998, pela Paróquia e pela Junta de Freguesia de S. Victor, este eloquente cortejo apresenta a pré-história do Mistério Pascal de Jesus que a Igreja celebra nos dias seguintes. Desde o chamamento de Abraão, passando pela era dos Patriarcas, pela escravidão no Egipto e gesta libertadora de Moisés (prefiguração de Cristo), até à infância de Jesus, incluindo a sua fuga para aquele país com José e Maria com o Menino montada numa burrinha, desfilam, em sucessão cronológica e em verdadeira catequese viva, profetas, reis, figuras eminentes, símbolos e quadros bíblicos do Antigo Testamento. No essencial, assim é figurada a Aliança de Deus com o seu povo - «Vós sereis o meu povo» - e prefigurada a Nova Aliança que será selada com o sangue de Cristo.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Problemas na recepção de emails

ATENÇÃO
devido ao servidor de e-mail do CNE estar com alguns atrasos na mudança, solicito que verifiquem se os vossos e-mails foram enviados correctamente ou se foram devolvidos.
qualquer urgencia utilizem a página do facebook do agrupamento
https://www.facebook.com/groups/cneagr810/

atividade da Páscoa - 23 e 24 Março 2013

No fim de semana de 23 e 24 de Março o agrupamento de Nogueiró, realizou o seu acantonamento da Páscoa, estava previsto a realização de um trilho no Gerês, mas devido ás condições climatéricas, que não eram agradáveis, o mesmo não se realizou e optou-se por fazer um raid pela Freguesia e Freguesias vizinhas, com um questionário e tarefas para os participantes responderem e realizarem, desenvolveram as suas capacidades de Observação, criatividade, espírito de entre-ajuda e equipa, fisicas,espirituais ....
Na noite foi realizado o fogo de campo, na manhã de Domingo o agrupamento participou na procissão de Ramos e na Eucaristia, terminando a atividade no final da Eucaristia.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Luto Nacional - Monsenhor Américo Ferreira Alves


Carlos Alberto Pereira, Chefe Nacional do CNE, decretou Luto Nacional

Segundo o Regulamento Geral do CNE, artigo 15º, e ponto 2 do artigo 9º do Regulamento de Protocolo do CNE, é decretado Luto Nacional durante 14 dias, até 4 de Abril, pelo falecimento do Monsenhor Américo Ferreira Alves.

O luto manifesta-se, individualmente, por uma braçadeira estreita de crepe preto, colocada no braço esquerdo, e, coletivamente, por uma banda de crepe preto a cobrir a parte superior de bandeiras e bandeirolas, conforme o ponto 4 do artigo 9º, do Regulamento de Protocolo do CNE.

O Chefe Nacional
Carlos Alberto Pereira

Extrato da OSN 621, de 29 de Março de 2013

quinta-feira, 21 de março de 2013

Monsenhor Américo Ferreira Alves 1917/2013


Gostaríamos de aqui recordar um texto feito pelo atual assistente do Núcleo de Braga, Cónego António da Silva Macedo, sobre a passagem dos 70 anos da ordenação sacerdotal do Monsenhor Américo, cujo texto foi publicado no Diário do Minho sobre o Monsenhor Américo em julho 2012.

Monsenhor Américo Ferreira Alves

Evocar Mons. Américo, mais conhecido entre nós por P. Américo é justo e salutar.
Está na memória de todos os escuteiros. Nas minhas funções de seu adjunto e depois sucessor, sempre ouvi testemunhos vivos de admiração pelas suas qualidades humanas, virtudes sacerdotais e espírito escutista.
A sua acção durante mais de 50 anos, chegou a quase todas as terras do Minho. E rompeu fronteiras, apoiando as dioceses vizinhas em cursos de formação escutista para dirigentes e caminheiros. Além da Insígnia de Madeira recebida em Gilwell, correu o mundo em Jamborees, Reuniões Mundiais de Escutismo e outras actividades escutistas internacionais.
As ocupações nos Seminários de Braga, como professor e ecónomo e outras tarefas de ensino ainda lhe deixavam tempo para dar assistência espiritual a diversas associações de leigos. Mais ainda, conseguiu deslocar-se a centenas de paróquias, convidado pelos párocos, seus contemporâneos, ou antigos alunos. Reservava para isso alguns fins-de-semana e as férias escolares. Esta acção pastoral foi canalizada para a pregação nas solenidades religiosas, ou dirigidas a jovens, com quem dialogava com simplicidade e elevação. Por estas razões podemos considerar Mons. Américo o maior dinamizador da pastoral juvenil do seu tempo, no nosso meio. Além disso, a sua presença nas paróquias foi apoio indispensável à fundação de muitos agrupamentos do CNE. Penso que seria de muito interesse o resultado dum estudo com este objectivo: quantos grupos do CNE nasceram pela acção directa de Mons. Américo? Estou convencido que a maioria dos existentes nas dioceses de Braga e Viana do Castelo fariam parte desta pesquisa. Haja quem o empreenda.
O seu papel de fundador do Clã 8, do Seminário Conciliar com o nascimento da patrulha de estudos Cisne e depois o agrupamento 421, extensivo aos Seminários Diocesanos, foi decisivo para a valorização dos alunos que por lá passaram. São centenas de antigos escuteiros que continuam, ainda hoje, como assistentes ou dirigentes leigos a exercer e perpetuar a formação que receberam.
Mons. Américo foi co-fundador e Assistente do Campo - Escola Calouste Gulbenkian, de Fraião e do Campo da Apúlia. Hoje, é, ainda o Assistente Regional Honorário e Vitalício da Região de Braga.
É salutar, porque Mons. Américo foi um homem do seu tempo que soube ler, interpretar e agir em conformidade com os sinais dos tempos novos. A sua polivalência, na música, na poesia, no desenho e na organização de jogos escutistas muito contribuiu para dar conteúdo educativo às reuniões e festas escutistas, fogos de conselho e actividades de jovens e adultos.
Poderia resumir em poucas palavras o muito que dele conheço: pedagogo atento, orador fluente, conselheiro e amigo dedicado, sacerdote a tempo inteiro, organizado e metódico, com um coração de criança, numa vontade viril, adulta, ao serviço de todos, com um pendor para os jovens.
Por isso é justo inscrevê-lo entre os maiores e mais dedicados escutas, nas memórias deste Centenário do Escutismo Mundial e nos quase 90 anos do Corpo Nacional de Escutas.
Foram muitas as centenas de dias e noites passadas em campo e muitos milhares de quilómetros percorridos por caminhos de terra batida, por estradas, ou através dos mares ou cruzando o espaço, que fizeram do Mons. Américo o B.P. do Norte.
São bem conhecidas as suas publicações, com estilo directo e acessível. Foram diversos os géneros literários que utilizou com mestria. É sobretudo na crónica de viagens, relatos de acontecimentos, na exposição didática e em traduções que mostrou o seu génio. Ainda hoje nos deliciam.
Pouco tempo depois das celebrações das Bodas de Ouro Sacerdotais e Escutistas ofereceu à Junta Regional de Braga, com generosidade e desprendimento impressionantes a totalidade das suas condecorações, medalhas comemorativas e ofertas recebidas por ocasião de celebrações festivas. Fê-lo com toda a lucidez e alegria, num gesto de gratidão e espírito de serviço. A história do CNE ficou mais enriquecida com esta doação. Seria educativo e salutar expor a público, nestas celebrações, o valioso espólio que nos legou.
Acolhido na Casa Sacerdotal de Braga, com dificuldades de ouvido e visão, continuou a ser o mesmo, aceitando as limitações da idade e da doença. Até há pouco tempo acompanhava com muito interesse todas as notícias relacionadas com o Movimento. Agora, mais frágil, sorri quando se lhe toca o ponto mais sensível da sua vivência sacerdotal: o Escutismo.
Ocorre o 70.ºaniversário da sua Ordenação Sacerdotal, no dia 6 do corrente. O Corpo Nacional de Escutas, com o Chefe Nacional, o Chefe Regional, o Chefe de Núcleo e um grupo de escutas amigos, participam nesse dia, às 17 horas, na Casa Sacerdotal, numa Missa de Congratulação e Acção de Graças.
Gostaria de terminar este testemunho com palavras escritas por Mons. Américo, no prefácio duma edição do Cancioneiro Escutista que impulsionou e ajudou a “organizar”. É um conselho salutar: “Não se imagine uma reunião escutista sem incluir uma canção”.

Braga, 4 de Julho de 2012
Cón. António da Silva Macedo


NOTA: O Funeral realiza-se na próxima sexta-feira dia 22 Março 2013 pelas 15h em Joane - Vila Nova de Famalicão.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Habemus Papam, já temos Papa

Acolhemos com alegria o Santo Padre,
Papa Francisco ! Viva o Papa, Viva o papa, Viva o Papa

O novo Papa é o cardeal argentino Bergoglio s.j., Papa Francisco
É o primeiro papa latino-americano da história.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Estivemos no Bolota´s / 48 h de Voluntariado

Elementos do agrupamento estiverem no fim de semana de 23 e 24 de fevereiro na atividade "Bolota´s" promovida pelo Campo-Escola de Fraião - Braga, que nesta 2ª sessão esteve inserida na Maratona 48 horas de voluntariado.
A recuperação do Património, deste centro escutista foi o mote de mais uma edição desta atividade.
fica aqui algumas fotos para o registo:

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

22 de fevereiro, dia de Baden Powell





Em 22 de Fevereiro de 1857 nasceu em Londres, Robert Stephenson Smith Baden-Powell, que mais tarde seria famoso como fundador do Escutismo. Sendo o quinto de sete irmãos, filho do Rev. Prof. Baden-Powell e Henriqueta Graça Smyth, Robert teve na companhia dos irmãos mais velhos uma infância muito divertida em Londres, que naquele tempo era muito diferente da grande cidade de hoje, pois ainda oferecia muita facilidade para actividades ao ar livre. Assim, desde menino, Baden-Powell aprendeu através de caminhadas e excursões a cuidar de si. Embora órfão de pai, sempre encontrou na mãe e nos seus irmãos o apoio necessário para tornar a sua infância muito feliz.

Baden-Powell fez os seus estudos em escolas públicas, onde era muito popular e querido por todos, colegas e professores. Nas férias, aproveitava para acampar com seus irmãos mais velhos. Quando terminou os estudos secundários, Baden-Powell ingressou no exército.

Como oficial, viajou muito, conhecendo grande parte do mundo. Durante as suas viagens conheceu tribos de guerreiros da África, os vaqueiros americanos e conviveu com os índios da América e do Canadá. Graças à sua competência, honestidade e exemplo como líder de homens, Baden-Powell, fez uma carreira militar brilhante.

Podemos citar como exemplo a Guerra do Transvaal em 1889, onde comandou a guarnição de Mafeking, importante entroncamento ferroviário, cuja posse era de grande valor estratégico. A cidade foi duramente atacada, durante 217 dias, pelas forças inimigas, entre os anos de 1899 e 1900. Como havia poucos soldados regulares em Mafeking, Baden-Powell treinou os cidadãos capazes de empunhar uma arma e para isso teve que organizar um grupo de jovens cadetes, os adolescentes da cidade, que desempenhavam todas as tarefas de apoio, tais como: cozinha, comunicações, primeiros socorros, etc. Graças a esses recursos, à inteligência e coragem de seu comandante, foi possível a cidade resistir a forças muito superiores, até que chegassem reforços.


A maneira como os jovens desempenharam suas tarefas, os seus exemplos de dedicação, lealdade, coragem e responsabilidade, causaram grande impressão em Baden-Powell e, anos mais tarde, aquele acontecimento teve grande influência na criação do Escutismo.

Graças aos seus feitos na vida militar, Baden-Powell tornou-se um herói no seu país. Durante uma viagem a Inglaterra, Baden-Powell viu alguns rapazes criarem brincadeiras através de um livro, que ele havia escrito para batedores do exército e que continha explicações sobre como acampar e sobreviver em regiões selvagens. Então, conversando com os amigos, ele entusiasmou-se e resolveu realizar, em 1907, na ilha de Brownsea, um acampamento com vinte rapazes dos 12 aos 16 anos, onde transmitiu conhecimentos técnicos tais como: primeiros socorros, observação, técnicas de segurança para a vida na cidade e na floresta, etc.

Devido aos bons resultados deste acampamento, Baden-Powell começou a escrever o livro "Escutismo para Rapazes" que, inicialmente, foi publicado em fascículos e vendido nas bancas de jornais, durante o ano de 1908. Os jovens ingleses entusiasmaram-se tanto com o livro que Baden-Powell organizou e fundou o Movimento Escutista.

Rapidamente o Escutismo alastrou-se por vários países do mundo. Em Portugal o Escutismo deu os primeiros passos ainda no território de Macau em 1911, tendo os seus impulsionadores regressado ao nosso país e fundado, em 1913, a Associação dos Escoteiros de Portugal. O Corpo Nacional de Escutas, Escutismo Católico Português, veio a ser fundado 10 anos mais tarde, em 27 de Maio de 1923, na cidade de Braga.



O Escutismo, nascido na Inglaterra, não respeitou fronteiras, alastrando-se por outros países, e, já em 1920, em Londres, reuniram-se num grande acampamento Escuteiros de várias nacionalidades. Foi neste primeiro acampamento mundial, denominado Jamboree, que 20.000 jovens aclamaram Baden-Powell como Chefe Mundial. Desde então, o crescimento do Escutismo foi grande e nem as duas guerras mundiais conseguiram enfraquecê-lo.

Depois de vários anos de dedicação ao Escutismo, viajando pelo mundo e fundando Associações Escutistas em vários países, Baden-Powell sentiu as suas forças escassearem. Retirou-se então para uma propriedade que possuía próximo da cidade de Nairobi, no Quénia. Ali, na companhia da esposa, dividiu o tempo entre pintura, a numerosa correspondência e as visitas de amigos. Faleceu na madrugada de 8 de Janeiro de 1941 enquanto dormia, deixando para nós, Escuteiros do mundo, não só uma enorme exemplo humano mas também uma Última Mensagem.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Acantonamento de Carnaval

O Agrupamento de Escuteiros de Nogueiró, realizou de 9 a 12 de Fevereiro o seu Acantonamento de Carnaval, o local escolhido foi o Salão da Junta de Freguesia de Nogueiró.
Este acantonamento serviu para ambientar os novos escuteiros na prática do escutismo de reforçar a união entre todos os restantes elementos do agrupamento e das outras secções, atelier sobre o sistema de patrulhas.
Do programa de atividades constou a realização de máscaras de carnaval, do baile de carnaval e desfile, o ultimo não foi realizado devido ás fortes chuvadas que se fizeram sentir. No Baile de Carnaval foram eleitos o Rei e rainha do carnaval do 810, a rainha foi a noviça a pioneira Elsa e o Rei foi o Tiago, aspirante a caminheiro.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

25 de Janeiro - Dia de S. Paulo


Paulo de Tarso, o "apóstolo dos gentios" nasceu na cidade de Tarso, entre os anos 15 e 5 a.C. De acordo com os costumes da sua época, tinha como nomes; Saulo para o mundo judeu e Paulo para o mundo Romano, nome que definitivamente adoptaria quando se converteu ao Cristianismo.

Desde jovem tinha sentido a necessidade de se dedicar ao serviço de Deus e por isso se dirigiu a Jerusalém para estudar a religião com os melhores mestres do seu tempo. O interesse pelas coisas de Deus fê-lo esquecer-se da busca de uma esposa.

Os judeus encarregaram-no da difícil tarefa de eliminar das suas comunidades a doutrina cristã. Paulo dirigiu então a repressão contra os seguidores de Cristo, fazendo-o de uma forma muito dura.

Até esse momento Paulo sentia-se bem e dava graças a Deus porque o havia feito um crente responsável e consequente com os seus princípios. Mas cedo descobriu que os seus méritos e seus serviços não eram o que contavam para Deus; a sua fé não era mais do que um fanatismo humano e a sua segurança de crente, um orgulho dissimulado. Paulo viu-se a si mesmo um pecador, violento e rebelde mas ao mesmo tempo compreendeu que Deus acolhe, entende, perdoa.

Desta maneira, Paulo descobriu um novo caminho baseado em Cristo, transformando-se num instrumento de propagação da igreja. Foi um grande proclamador da palavra de Cristo, trabalho que realizou visitando inumeras cidades e comunidades, convertendo-se num animador constante das mesmas, através das suas epístolas.

Paulo foi um homem sólido, intransigente e impetuoso, e ao mesmo tempo, um irmão, um amigo para os seus companheiros.

Foi um gigante, um homem fora de série, e ao mesmo tempo, um homem como nós, que duvida, vacila, busca, sofre, se encoleriza, protesta contra a doença, contra a injustiça, contra a incompreensão. Um resistente, um homem de acção, mas também um homem de reflexão.

Um atleta que se esforça por ganhar a corrida, custe o que custar, e que nos quer arrastar a nós atrás dele. Um homem de fogo, entusiasta, devorado por uma imensa paixão.

É por todas estas razões e não só pelas suas qualidades de santo, ou de seguidor de Cristo, que o consideramos o nosso modelo de Fé.

Paulo foi pioneiro em ideias como a divulgação da mensagem a todo o mundo e não só ao povo eleito. Além disso foi um caminhante inesgotável, que assumiu pessoalmente a tarefa que propôs aos seus irmãos de comunidade.

Num momento da sua vida viu-se confrontado com dois caminhos: o terreno - que lhe pedia que servisse Roma, perseguindo os cristãos - e o espiritual - que lhe oferecia um caminho cheio de obstáculos e dissabores, mas que lhe dava a oportunidade de fazer uma descoberta do seu próprio interior.

Este último, por sua vez, levá-lo-ía à grande experiência de partilhar com diversas comunidades o encontro com a Fé. A sua virtude foi que, a partir da Fé, foi capaz de denunciar e de actuar, isto é, não se ficou pelo discurso, mas foi um exemplo de compromisso e testemunho com a verdade que pregava.

Para os grupos cristãos a figura de São Paulo adquire uma dimensão e um significado especial pelo seu testemunho de fé. A sua grande força provinha da sua fé num Criador, mas também em si mesmo, na sua própria capacidade de realizar uma missão nesta terra. Com humildade, mas com firmeza, defendeu os seus ideais e tomou o caminho dos homens livres que são capazes de entregar a sua vida ao serviço dos outros.

São Paulo foi o escolhido para ser o patrono da IV secção por a sua vida ser um excelente exemplo de "caminho". Facilmente se encontram na sua caminhada de anúncio da boa nova as características do caminheiro ideal. Por ter cedo aprendido uma profissão, a de tecelão de tendas, por querer sair de casa para estudar e ser um fiel seguidor da religião em que acreditava...pela grande encruzilhada da sua vida a caminho de Damasco após a qual, iluminado pelo Espírito Santo, escolheu seguir Cristo e anunciar a Boa Nova. Paulo foi um caminhante inesgotável que assumiu pessoalmente o projecto ao qual se propôs perante os seus irmãos cristãos. A sua grande virtude foi a de anunciar e ao mesmo tempo actuar, o que quer dizer que ele não se deixou ficar pelas palavras, mas foi um exemplo de compromisso e testemunho das palavras que pregava.

sábado, 12 de janeiro de 2013

CABAZ NATAL - RESULTADO DO SORTEIO


Hoje 12 de janeiro de 2013 pelas 21h realizou-se na Sede do agrupamento de escuteiros de Nogueiró, o sorteio do Cabaz de Natal, o numero sorteado foi o nº 212 (duzentos e doze).
o detentor do numero premiado deve dirigir-se junto dos dirigentes do agrupamento de escuteiros para levantar o prémio no prazo máximo de 60 dias,
dirigir-se á sede aos sábados das 15 ás 18 horas,
ou enviar um e-mail para geral(at)agr810.cne-escutismo.pt (substituir at por @).

No final do prazo,visto se tratar de alimentos, caso não seja reclamado, o mesmo será entregue a uma instituição da Freguesia (ASCREDNO).

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A 8 de janeiro de 1941 morre Baden powell - (Video do Funeral)

A 8 de Janeiro de 1941, morre em Nairobi, no Quénia, o fundador mundial do escutismo, Robert Baden Powell, Chefe Mundial.
prestamos aqui a nossa homenagem, e um Obrigado


vê também no MEO Kanal nº 227068 (carrega na tecla verde do teu comando MEO e clica o numero 227068 e depois OK )

domingo, 6 de janeiro de 2013

Ceia de Reis, e convivio com os pais dos escuteiros do Agrupamento

O Agrupamento de escuteiros de Nogueiró, realizou no passado dia 5 de Janeiro um convivio com os pais dos escuteiros, terminando com Ceia de Reis.
Esta atividade decorreu no Campo-Escola de Fraião - Braga, durante a tarde os escuteiros conviveram com os pais e familiares, realizando jogos tradicionais em conjunto, foram apresentadas algumas imagens das atividades que decorreram em 2012.