domingo, 21 de maio de 2017

CNE em Conselho Nacional Plenário 20 maio 2017


O Corpo Nacional de Escutas, realizou no passado dia 20 maio o seu Conselho Nacional Plenário, órgão máximo deliberativo da associação, que teve lugar em Fátima.
Na Ordem de trabalhos esteve:
- a eleição do presidente da Comissão Eleitoral Nacional e da Mesa dos Conselhos Nacionais, ambas concorreram com lista única e foram eleitas e tomaram posse logo de seguida.
- a apresentação, discussão e votação do relatório e contas de 2016, que foi aprovado por maioria
- a apresentação, discussão e votação do Plano de actividades e orçamento para 2017, que foi aprovado por maioria.
- a apresentação, discussão e votação da Insignia trienal para o próximo triénio 2017/2019 a ser usada por todos no bolso direito da camisa, que foi aprovada por maioria.
Neste conselho foram também entregues pela anterior equipa nacional, louvores e condecorações aos dirigentes, particulares e entidades que se destacaram no apoio ao CNE.
João Armando Gonçalves, presidente do Comité Mundial do Escutismo, esteve também presente no momento antes da ordem do dia para fazer uma apresentação do que foi feito nestes anos do seu mandato à frente do Comité Mundial.
No momento antes da ordem do dia foi apresentado também o Livro sobre a história do Campo Escola da Autoria do Dirigente Domingos Duarte, colaborador ao longo de muitos anos no CEF. (este livro estará disponivel nas lojas escutistas e na lojinha do Campo-Escola de Fraião.)

Hugo Cunha, Chefe Regional de Braga - foto: alberto coelho

foto: alberto coelho

Ivo Faria, Chefe Nacional - Foto: alberto coelho

Insígnia Trienal 2017/2019
foto: Raquel Kritrinas

Foto: Flor de Lis
Foto: Flor de Lis

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Folhinha nº 536 de 22 a 28 de maio de 2017

Folhinha boletim interparoquial nº 536 de 22 a 28 de maio de 2017
Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró,
- Santa Eulália de Tenões,
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias



segunda-feira, 15 de maio de 2017

Procissão de Velas, desde Colégio S. José de Cluny - 13 maio 2017

Realizou-se na noite do dia 13 de Maio 2017 pelas 21h a já habitual procissão de Velas com partida do Colégio Missionário de S. José de Cluny, na nossa Freguesia. O andor com a imagem de N. Senhora, percorreu as ruas da zona envolvente ao Colégio Missionário, acompanhada por centenas de pessoas de toda a Freguesia e Freguesias vizinhas.



















Em Fátima com Maria e com o Papa Francisco 12 e 13 maio 2017

Juntamente com um grupo de jovens da Pastoral de jovens da Arquidiocese de Braga, este fim de semana (12 e 13 maio) estivemos presentes no Santuário de Fátima nas comemorações do centenário das aparições de nossa senhora aos pastorinhos, um momento único para nós que participamos presencialmente. Momentos de emoção, cujas palavras não são suficientes para transmitir a alegria que sentimos estando lá, juntamente com milhares e milhares de pessoas de 55 nacionalidades unidos pela mesma fé e com o acréscimo de ter estado connosco o nosso Papa Francisco. Momentos altos destas comemorações foram: o momento de silêncio completo "ouvido" durante a oração do papa Francisco a nossa Senhora, A recitação do rosário em várias línguas, a procissão de velas, no Domingo a eucaristia e canonização dos Pastorinhos Jacinta e Francisco.
Claro que houve tempo para rezarmos por todos os nossos familiares e amigos, bem como pelas intenções que nos foram solicitadas, nossa Senhora ouça as nossas preces.
Nossa Senhora, Mãe dos Escutas, rogai por nós.
São Francisco e Santa Jacinta, Rogai por nós.




























domingo, 14 de maio de 2017

Papa Francisco - Homilia na Eucaristia em Fátima 13 maio 2017

Foto:Santuário de Fátima

«Apareceu no Céu (…) uma mulher revestida de sol»: atesta o vidente de Patmos no Apocalipse (12, 1), anotando ainda que ela «estava para ser mãe». Depois ouvimos, no Evangelho, Jesus dizer ao discípulo: «Eis a tua Mãe» (Jo 19, 26-27). Temos Mãe! Uma «Senhora tão bonita»: comentavam entre si os videntes de Fátima a caminho de casa, naquele abençoado dia treze de maio de há cem anos atrás. E, à noite, a Jacinta não se conteve e desvendou o segredo à mãe: «Hoje vi Nossa Senhora». Tinham visto a Mãe do Céu. Pela esteira que seguiam os seus olhos, se alongou o olhar de muitos, mas… estes não A viram. A Virgem Mãe não veio aqui, para que A víssemos; para isso teremos a eternidade inteira, naturalmente se formos para o Céu.
Mas Ela, antevendo e advertindo-nos para o risco do Inferno onde leva a vida – tantas vezes proposta e imposta – sem-Deus e profanando Deus nas suas criaturas, veio lembrar-nos a Luz de Deus que nos habita e cobre, pois, como ouvíamos na Primeira Leitura, «o filho foi levado para junto de Deus» (Ap 12, 5). E, no dizer de Lúcia, os três privilegiados ficavam dentro da Luz de Deus que irradiava de Nossa Senhora. Envolvia-os no manto de Luz que Deus Lhe dera. No crer e sentir de muitos peregrinos, se não mesmo de todos, Fátima é sobretudo este manto de Luz que nos cobre, aqui como em qualquer outro lugar da Terra quando nos refugiamos sob a proteção da Virgem Mãe para Lhe pedir, como ensina a Salve Rainha, «mostrai-nos Jesus».
Queridos peregrinos, temos Mãe. Agarrados a Ela como filhos, vivamos da esperança que assenta em Jesus, pois, como ouvíamos na Segunda Leitura, «aqueles que recebem com abundância a graça e o dom da justiça reinarão na vida por meio de um só, Jesus Cristo» (Rm 5, 17). Quando Jesus subiu ao Céu, levou para junto do Pai celeste a humanidade – a nossa humanidade – que tinha assumido no seio da Virgem Mãe, e nunca mais a largará. Como uma âncora, fundeemos a nossa esperança nessa humanidade colocada nos Céus à direita do Pai (cf. Ef 2, 6). Seja esta esperança a alavanca da vida de todos nós! Uma esperança que nos sustente sempre, até ao último respiro.
Com esta esperança, nos congregamos aqui para agradecer as bênçãos sem conta que o Céu concedeu nestes cem anos, passados sob o referido manto de Luz que Nossa Senhora, a partir deste esperançoso Portugal, estendeu sobre os quatro cantos da Terra. Como exemplo, temos diante dos olhos São Francisco Marto e Santa Jacinta, a quem a Virgem Maria introduziu no mar imenso da Luz de Deus e aí os levou a adorá-Lo. Daqui lhes vinha a força para superar contrariedades e sofrimentos. A presença divina tornou-se constante nas suas vidas, como se manifesta claramente na súplica instante pelos pecadores e no desejo permanente de estar junto a «Jesus Escondido» no Sacrário.
Nas suas Memórias (III, n. 6), a Irmã Lúcia dá a palavra à Jacinta que beneficiara duma visão: «Não vês tanta estrada, tantos caminhos e campos cheios de gente, a chorar com fome, e não tem nada para comer? E o Santo Padre numa Igreja, diante do Imaculado Coração de Maria, a rezar? E tanta gente a rezar com ele?» Irmãos e irmãs, obrigado por me acompanhardes! Não podia deixar de vir aqui venerar a Virgem Mãe e confiar-lhe os seus filhos e filhas. Sob o seu manto, não se perdem; dos seus braços, virá a esperança e a paz que necessitam e que suplico para todos os meus irmãos no Batismo e em humanidade, de modo especial para os doentes e pessoas com deficiência, os presos e desempregados, os pobres e abandonados. Queridos irmãos, rezamos a Deus com a esperança de que nos escutem os homens; e dirigimo-nos aos homens com a certeza de que nos vale Deus.
Pois Ele criou-nos como uma esperança para os outros, uma esperança real e realizável segundo o estado de vida de cada um. Ao «pedir» e «exigir» o cumprimento dos nossos deveres de estado (carta da Irmã Lúcia, 28/II/1943), o Céu desencadeia aqui uma verdadeira mobilização geral contra esta indiferença que nos gela o coração e agrava a miopia do olhar. Não queiramos ser uma esperança abortada! A vida só pode sobreviver graças à generosidade de outra vida. «Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto» (Jo 12, 24): disse e fez o Senhor, que sempre nos precede. Quando passamos através dalguma cruz, Ele já passou antes. Assim, não subimos à cruz para encontrar Jesus; mas foi Ele que Se humilhou e desceu até à cruz para nos encontrar a nós e, em nós, vencer as trevas do mal e trazer-nos para a Luz.
Sob a proteção de Maria, sejamos, no mundo, sentinelas da madrugada que sabem contemplar o verdadeiro rosto de Jesus Salvador, aquele que brilha na Páscoa, e descobrir novamente o rosto jovem e belo da Igreja, que brilha quando é missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor.

Papa Francisco
Fátima, 13 maio 2017

preparação da Procissão de velas, noite de 12 maio 2017


Santa Missa de Canonização dos pastorinhos, fátima 13 maio 2017