Folhinha Interparoquial nº 654 de 2 a 8 dezembro de 2019
Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias
VER NA NOSSA PÁGINA
quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
domingo, 1 de dezembro de 2019
Rover 100, pelos olhos da Catarina do 426
Rover 100... Após algum tempo para refletir posso dizer que esta não foi só mais uma atividade mas sim A ATIVIDADE e sem dúvida que em tantos anos de escutismo foi a que mais me marcou!
Tudo começou com um cafezinho no Apeadeiro, um almoço debaixo da ponte e um percurso individual que de individual nada teve, havendo até paragens de autocarro sobrelotadas de pessoas malandras (e incríveis diga-se também)! Seguiu-se um pelotão de pessoas extraordinárias e uma busca noturna de local para pernoitar, dado que ainda não adquirimos a capacidade de montar tendas em alcatrão.
Com muita animação à mistura e uma união quase inata, lá encontramos um local para montar a tenda que curiosamente estava protegido pela padroeira de Avanca. Esfomeados, fomos em busca de um café e o sonho tornou-se realidade: dançamos ao som do Kuduro e este foi o nosso bilhete para entrar na festa da vizinhança onde tivemos direito a muita comida, bebida e, mais importante, carinho daquela população tão peculiar! A simpatia prolongou-se até ao dia seguinte, pois ofereceram-nos um pequeno-almoço digno de reis! Foi assim que surgiu o pelotão Dona Fátima de Avanca!
Continuamos o nosso caminho e juntamo-nos aos restantes pelotões que rapidamente passaram de estranhos a amigos para a vida! Partilhamos vários momentos em Avanca, desde a luta contra a horta selvagem e as varandas do lar, aos banhos “extremamente quentes” de mangueira ao ar livre, às suecadas prolongadas e cantorias tão nossas, até às noites tardias de diversão, chouriça e de muita mas muita amizade! Foi neste local que criamos laços que originaram o GRANDE ESPÍRITO da Companhia 10 : Egaz Moniz!!!
Partimos, então, para o campo principal e fomos recebidos com uma bela apresentação militar que fez com que em 1 minuto conseguíssemos estar prontos (ou quase prontos) para mostrar o nosso belíssimo grito de Companhia sob um ataque de granadas! Seguiu-se o trabalho de equipa presente nas montagens do pórtico e cozinha, que culminaram em construções fantásticas!
Ao longo dos 3 dias tivemos momentos de aprendizagem na área do suporte básico de vida, assim como na área da sobrevivência, e tivemos ainda direito a um " treino militar"! Conseguimos, também, dar um mergulho na piscina (literalmente um) e fazer atividades náuticas que acabaram numa guerra aquática bastante molhada! Pelo caminho destas aventuras, brindamos às amizades autênticas e, como seria de esperar, ao som do nosso traçadinho de Avanca! Houve tempo também para disfrutar de um concerto memorável numa das noites, onde os sentimentos estiveram à flor da pele e a nossa união enquanto Companhia foi notória!
Por fim, visitamos um pouco da cidade que nos acolheu, Aveiro, tendo a oportunidade de fazer ovos moles e andar de moliceiro, sendo que a melhor parte do dia foi as minis serenatas que íamos fazendo às pessoas, contagiando-as com a nossa boa disposição! Por último e não menos importante, tivemos o arraial, onde demos o nosso próprio show, tanto fora como em cima do palco! Sem dúvida que ganhamos alguns fãs da nossa versão do hino do Rover100 pelo caminho e que " tudo o que fizemos em serviço, em amor se devolveu"! Foi uma experiência única que vou recordar para sempre, assim como cada um dos caminheiros que fez parte da Companhia 10!!
Um enorme obrigada a todos, pois sem as diferenças e singularidades de cada um deles, nada disto seria possível!!! Quero deixar também um obrigada especial ao meu pelotão que mostrou que a idade é apenas um número e que em nada está relacionada com a vivência da IV secção e com o amor e dedicação que lhe está implícito! Muito orgulho em todos vocês! Seremos para sempre a Companhia mais alegre, artística e dinâmica de sempre!!!
Catarina Ferreira
Caminheira no Agrupamento 426 Lamaçães - Braga
Fotos: Diana Matos
Fotos: Diana Matos
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
quarta-feira, 27 de novembro de 2019
Correio da Esperança, aceita este desafio
“Um postal, uma esperança” é o mote do projeto da Pastoral Penitenciária de Braga, que visa aproximar os jovens das pessoas privadas de liberdade que se encontram nos Estabelecimentos Prisionais de Braga e Guimarães. O objectivo deste projecto é promover a correspondência escrita entre jovens e reclusos, por altura da época natalícia. Cada jovem é convidado a escrever um postal de Natal a um recluso. Deve imaginar-se recluso para que a missão seja bem sucedida. A pastoral Penitenciaria fornece os postais e o respectivo envelope, que foram doados pela Associação Portuguesa Amigos de Raoul Follereau (APARF).
Grupos de jovens formais ou informais, catequistas, catequizandos, associações juvenis agrupamentos de Escuteiros, professores, alunos ou outros cidadãos a titulo pessoal podem participar neste projecto. Basta entrar em contacto com a Pastoral Penitenciária de Braga e pedir informações pelo e-mail: pastoralpenitenciaria@arquidiocese-braga.pt
Este projecto existe à 5 anos nos Estabelecimentos Prisionais de Braga e Guimarães com a designação “Correio da Esperança”. Por altura do Natal são distribuídas mais de 200 cartas ou postais aos reclusos na noite de consoada. Até hoje já foram entregues cerca mais de 1000 cartas aos reclusos. É um momento de partilha também para eles, pois muitos lêem as cartas ou postais uns dos outros. Há também alguns reclusos que respondem as palavras que lhes foram dirigidas. Toda a articulação deste trabalho é da responsabilidade da Pastoral Penitenciária de Braga que mantém o anonimato quer de quem escreve quer de quem lê. Pois no postal não poderá existir nenhuma informação pessoal (morada, nome completo, dados pessoais /familiares) que possa identificar o jovem/adolescente. Deve apenas ter o primeiro e/ou segundo nome da pessoa. Toda a correspondência deste projecto deve ser enviada até ao dia 20 de Dezembro.
Obrigado
Padre João Torres
sexta-feira, 22 de novembro de 2019
Luz da Paz de Belém - Passo a Passo - 2019
Luz da Paz de Belém - PASSO A PASSO 2019
(actualizado: 29 novembro 2019 22:45h)
![]() |
| Pilotos e tripulação do Voo OS858 Austrian Airlines com a Victoria Kampenhuber (criança escolhida para fazer a recolha e transporte) |
"A LUZ QUE MARCA EM CADA PARTILHA"
Há mais de dois mil anos, nasceu em Belém uma Luz que encheu de esperança toda a Humanidade. Hoje o mundo vive entre conflitos, guerras e egoísmos que nos fazem esquecer a mensagem de paz e amor que Jesus nos deixou.
A iniciativa da Luz da Paz de Belém, surgiu como um programa de beneficência com o nome Luz na Escuridão, dedicado a apoiar crianças necessitadas na Áustria. Desde então, todos os anos, uma criança oriunda do norte da Áustria recolhe a Luz na gruta da Natividade em Belém, onde Jesus nasceu, e leva-a para a Áustria onde esta é partilhada numa grande cerimónia ecuménica..
Delegações escutistas e guidistas de toda a Europa participam na celebração de Viena para levar a Luz aos seus respectivos países, como uma mensagem de Paz. Nas suas terras, as Guias e os Escuteiros partilham a Luz e levam a Luz a outras igrejas, casas particulares, hospitais, residências de idosos, prisões, lugares públicos e de importância cultural e política ou a qualquer lugar onde seja apreciado o seu significado.
![]() |
| Victoria Kampenhuber, foto: ORF |
Victoria é membro da ala juvenil da Cruz Vermelha de Enns, distrito de Linz-land.
A Cruz Vermelha Austríaca faz parte das entidades que fazem distribuição da luz, e este ano foi convidada a nomear a criança para recolher a chama "ela é muito prestativa e comprometida".
"É um prazer ajudar outras pessoas e estar lá para elas - porque ajudar outras pessoas é divertido" diz Victoria. As reuniões na estação local da Cruz Vermelha são o destaque da sua semana, mas ela acha que distribuir a luz da Paz pelo Natal é uma coisa importante todos os anos - "é tão bom ver como essa chama pequenina toca o coração das pessoas e espero que, com a luz, a paz seja passada de mão em mão".
fica aqui o registo DO PERCURSO: (iremos actualizando)
-26 novembro 2019 - Recolha na Gruta da Natividade, Belém, da Chama da Luz da Paz de Belém, pela criança eleita
![]() |
| foto: ORF Austria |
![]() |
| foto: ORF Austria |
![]() |
| foto: ORF Austria |
![]() |
| foto: ORF Austria |
- 28 dezembro 2019 - A Chama da Luz da Paz de Belém é transportada num avião da Austrian Airlines desde Tel Aviv até Austria pela 33ª vez (desde o seu inicio) no voo OS858 tendo aterrado em segurança em Viena. No mesmo voo seguiu para Nova York e Montreal, a partir daí é partilhada pelos EUA, Canadá e partes da América do Sul.
![]() |
| foto: Austrian Airlines |
- 14 dezembro 2019 - Cerimónia Mundial - Austria
- 15 dezembro 2019 - Cerimónia nacional do CNE na Região de Santarém, Na Igreja de Santa Clara
- 18 dezembro 2019 - Cerimónia regional - Região de Braga - Santuário N. Sra do Alivio - Vila Verde
- 21 dezembro 2019 - Cerimónia de Partilha do Agrupamento de Escuteiros de Nogueiró, nas Paróquias de Nogueiró e Tenões
Cerimónias anteriores:
Escutismo: Movimento Seguro (I), por C.A.P.
Escutismo: Movimento Seguro (I)
«Faço um sentido
apelo à luta contra os abusos de menores, tanto no campo sexual como em outros
campos, por parte de todas as autoridades e dos indivíduos, porque se trata de
crimes abomináveis que devem ser banidos da face da Terre: pedem isto mesmo as
vítimas escondidas nas famílias e em vários outros setores das nossas
sociedades.»
Discurso conclusivo do Santo Padre Francisco,
in, Cimeira no Vaticano: A Proteção
dos Menores na Igreja, Consciencialização e Purificação, ed. Paulus, 2019, p.175.
É nosso propósito dar conta aos leitores do Correio do Minho o esforço que o Escutismo Católico Português tem vindo a desenvolver, na senda do fundador mundial, Baden-Powell, para quem o escutismo era um instrumento para dar esperança aos jovens do início do século vinte, que não tinham perspetivas de emprego, de integração social, de valorização pessoal e profissional, que viviam à margem de uma sociedade de elites, que lhes cerrava as portas do acolhimento, da integração e do desenvolvimento.
Por isso, as questões de maus tratos e de abusos, relativamente a crianças e jovens, têm estado presente no ideário do CNE, desde logo, na Lei do Escuta, na Promessa e nos seus Princípios, que constituem o quadro de valores, que colocam a criança e o jovem no centro do processo e do método educativo, fazendo de cada um deles os protagonistas da sua própria educação, procurando, desta forma, materializar o pensamento de B.-P. “creio que Deus nos colocou na terra para sermos felizes, mas a melhor maneira de sermos felizes é contribuir para a felicidade dos outros”, procurando “deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos”.
Desde os seus primeiros estatutos, aprovados a 27 de maio de 1923, pelo Governador Civil do Distrito de Braga, e do primeiro regulamento, de 1924, que a preocupação com o recrutamento de adultos, os candidatos a dirigente, que no CNE, à época, designado como Corpo de Scouts Católicos Portugueses, mereceu, tal como nos dias de hoje, uma atenção especial, procurando sempre melhorar o perfil do dirigente, bem como a qualidade da formação prévia, para que o discernimento possa ser o mais consciente possível e para que, durante esta fase do seu percurso inicial de formação, de aproximadamente dois anos, o candidato a dirigente seja sempre acompanhado e ajudado por um tutor local.
No livro, Normas de Acampamento, publicado pelas Edições Flor de Lis, do CNE, em julho de 1978, no ponto referente ao material de campo, página 7, podemos ler: “Alem destas [tendas] serão precisas uma tenda para dirigentes – a nenhum Chefe é permitido partilhar a tenda com escuteiros – uma (...)”, este sublinhado não é nosso.
Também o Manual do Dirigente, resultante da última alteração ao Programa Educativo do CNE, realizada no triénio de 2008/2010, e publicado, no ano escutista de 2010/2011, a norma anterior é reforçada pela determinação que cada Bando, Patrulha, Equipa e Tribo tem a sua própria tenda, sendo a tenda vista como um espaço de intimidade e privacidade, pelo que, nos casos em que estas unidades base sejam mistas, isto é, compostas por raparigas e rapazes, as tendas são duplicadas para que as raparigas durmam numa das tendas e os rapazes na outra (cfr. páginas 205 e 229).
Além disto, os acampamentos e as sedes tornaram-se, nas últimas décadas, espaços que os pais podem frequentar, tendo sido criado, no quadro normativo o conselho consultivo de pais onde estes têm representantes, eleitos pelos seus pares, para acompanhar a atividade desenvolvida pelas quatro Secções: Alcateia, Expedição, Comunidade e Clã.
[1] Pela natureza da
temática, pela sua complexidade, delicadeza e extensão, dedicar-lhe-emos
algumas crónicas
Carlos Alberto Lopes Pereira
artigo publicado a 22 novembro 2019 no jornal diário "Correio do Minho"
Outros artigos neste LINK
terça-feira, 19 de novembro de 2019
Chegou a Caderneta dos Santos
Caderneta dos Santos, uma maneira divertida de conhecer vidas «com Sentido»
Os Escuteiros de Nogueiró aderiram através da Paróquia, a esta iniciativa e já têm disponíveis cadernetas e cromos para venda,
Caderneta + 1 saqueta oferta = 5 €
Saqueta com 5 cromos = 1 €
Entre em contacto connosco
Este projeto pretende dar a conhecer, de maneira lúdica e com a linguagem dos mais novos, vidas de santos e santas que são "modelo para a atualidade".
Chama-se «Caderneta dos Santos» e andou "um bom par de anos" a habitar o imaginário de Tiago Rodrigues, um jovem pai, profissional de gestão, e que viu uma "lacuna" no "crescimento espiritual dos mais novos":
"A ideia de fazer uma caderneta dos Santos surgiu numa conversa com o meu afilhado. Ele tinha na altura 8 anos de idade e mostrava-me uma coleção que estava a fazer, de cartas colecionáveis de figuras mitológicas. Estas figuras, que eram ricas em ficção, tinham poderes que ele sabia de cor. No entanto, não era tão conhecedor da vida de Jesus e de Maria como eu gostaria, o que me preocupava especialmente como seu padrinho", afirma o autor.
Perante o que considera ser "uma falha" Tiago Rodrigues pôs mãos à obra e, há 4 anos, começou a «Caderneta dos Santos», um projeto que viu "a luz do dia" no último trimestre de 2018.
"Como projeto demorou muito tempo a estar como desejávamos. Quisemos um produto "lúdico e divertido de formação religiosa, histórica e cultural, virado para os mais novos", diz Tiago Rodrigues.
O autor considera que "existe, em certa medida, uma lacuna no acompanhamento deste mundo dos mais novos" e pensa que a caderneta é "disruptiva e capaz de concorrer com qualquer caderneta colecionável no mercado".
Apesar de dirigida para católicos, «A caderneta dos Santos» pretende assumir-se como "uma coleção cultural e histórica e por isso susceptível de ser feita por qualquer pessoa, de qualquer idade".
Num mundo que parece, por vezes, ignorar o dado religioso, Tiago Rodrigues quer mostrar que os "santos não são apenas modelos de vida para os crentes mas pessoas que marcaram a história do seu tempo de modo excecional através de atos concretos de caridade e amor".
A primeira edição conta com 73 santos. Ao Educris o autor considerou a tarefa de selação como "muito difícil porque há mais santos do que se imagina":
"Tivemos que fazer uma seleção difícil. Começámos pela Família de Jesus, os Primeiros Santos, os Santos Pastores, os Santos Fundadores... e depois identificaram-se os respetivos Santos de maior devoção em Portugal. Depois de alguma indecisão chegámos a 73 figuras, que não são todas figuras individuais de Santos, isto é, foram contemplados 61 Santos, 5 Anjos, 6 Imagens de Nossa Senhora e 1 mosaico de Nossa Senhora de Fátima, o que perfaz as 73 figuras".
Para além do "cromo" a «Caderneta dos Santos» acrescenta uma "nota biográfica" o que permite aos mais novos "rever repetidamente a mesma imagem e a sua história" e ir "despertando a atenção para a personagem ilustrada e para os feitos da sua vida".
Até hoje o projeto conseguiu vender "mais de 3 mil cadernetas e 15 mil saquetas [ndr: com 5 cromos cada] e está presente em "vários pontos de venda católicos e laicos como as livrarias Paulus, as livrarias Salesianos e a tabacaria do El Corte Inglés de Lisboa, bem como em alguns Colégios Católicos".
segunda-feira, 18 de novembro de 2019
Folhinha nº 653 de 18 de novembro a 1 dezembro de 2019
Folhinha Interparoquial nº 653 de 18 de novembro a 1 dezembro de 2019
Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias
quinta-feira, 14 de novembro de 2019
Folhinha nº 652 de 11 a 17 novembro de 2019
Folhinha Interparoquial nº 652 de 11 a 17 novembro de 2019
Paróquias de:
- Divino Salvador de Nogueiró.
- Santa Eulália de Tenões
- S. Pedro de Este
Intenções das missas e informações das 3 paróquias
domingo, 10 de novembro de 2019
Nuno Cunha, Chefe de agrupamento eleito para o mandato 2019/2022
Realizaram-se ontem, 09 de novembro 2019 as eleições para o cargo de Chefe de Agrupamento do agrupamento nº 810 Divino Salvador de Nogueiró, do Corpo Nacional de Escutas.
Apenas um candidato concorreu a este acto, tendo obtido sete votos Sim, zero Não, zero brancos, zero nulos.
Nuno Cunha foi assim reeleita e reconduzida para o cargo de Chefe de Agrupamento para o mandato 2019/2022.
Apenas um candidato concorreu a este acto, tendo obtido sete votos Sim, zero Não, zero brancos, zero nulos.
Nuno Cunha foi assim reeleita e reconduzida para o cargo de Chefe de Agrupamento para o mandato 2019/2022.
Saudação Escutista, por C.A.P.
![]() |
| Carlos Alberto Pereira |
Saudação Escutista
A tua saudação [escutista] mostra apenas que és pessoa honesta e que queres bem aos outros.
Baden-Powell, in, Escutismo para Rapazes, p.45.
Há dias ia conversando com um amigo pela zona pedonal quando, surgiu um amigo comum que a ambos cumprimentou e, depois de uma breve conversa de circunstância sobre o tempo e a saúde, seguiu, em passo apressado o seu destino. O meu amigo, um pouco a medo, perguntou-me porque me tinha o Pedro cumprimentado com a mão esquerda.
A resposta foi fácil e pronta - é que o Pedro, tal como eu somos escuteiros e esta é a nossa forma de cumprimentar, entre nós. Contudo fiquei com a sensação que faltava uma explicação para esta especificidade própria do escutismo que, depois de partilha do momento, agora reproduzo com os estimados leitores.
Normalmente, quando não estamos uniformizados, como aconteceu na situação que deu origem à questão, os escuteiros cumprimentam-se com a mão esquerda, cruzando entre si o dedo mínimo. Este ato contém, em si mesmo, um significado muito forte do escutismo: “que os escuteiros são irmãos de todos os outros escuteiros” e que todos integram “a fraternidade mundial do escutismo”, é, portanto, um ato de assunção pública estes valores escutistas.
O facto de se utilizar a mão esquerda é para marcar ainda mais a presença da “Amizade”, pois é feita com a mão que está mais próxima do coração, que simbolicamente representa a fonte do Amor. A mão direita, ao ficar livre permite-nos, no processo simbólico, estar preparados para defender e ajudar o outro. Diz-se que Baden-Powell colheu esta ideia, numa tribo, na sua campanha militar na África do Sul.
Quando estamos uniformizados este cumprimento é completado com uma saudação, quando não temos a cabeça coberta, com chapéu, boina ou boné, com a mão direita que se eleva à altura do ombro, ficando os dedos indicador, médio e anelar juntos e em extensão, e o polegar fletido sobre o mínimo (mindinho ou mendinho). Também aqui há uma carga simbólica para esta coreografia dos dedos da mão direita, os três dedos, juntos e em extensão recordam-nos, por um lado, os três artigos da Promessa Escutista:
«Prometo, pela minha honra e com a graça de Deus, fazer todo o possível por:
• cumprir os meus deveres para com Deus, a Igreja e a Pátria;
• auxiliar o meu semelhante em todas as circunstâncias;
• obedecer à Lei do Escuta.»
E, por outro lado, simbolizam os três Princípios do CNE:
«1º. O Escuta orgulha-se da sua Fé e por ela orienta toda a sua vida.
2º. O Escuta é filho de Portugal e bom cidadão.
3º. O dever do Escuta começa em casa.»
Finalmente, a posição dos outros dois dedos, o mínimo e o polegar, onde o polegar se sobrepõe ao mínimo, parecendo segurá-lo, é a metáfora de “o mais forte ajuda o mais fraco” ou ainda a lembrança da “Boa Ação” quotidiana.
Os Lobitos (crianças dos 6 aos 10 anos) saúdam da mesma forma, mas estendendo apenas os dedos indicador e médio, os quais ficam afastados formando um “V”; os restantes dedos ficam fletidos, o polegar sobre os outros dois. Os dedos em “V” simbolizam as orelhas do lobo que escuta, que está atento e que vê, desta forma, para além do que a vista alcança. Esta atenção é vital para o seu percurso educativo e para a sua aprendizagem, isto é a sua autoformação enquanto cidadão, ainda que de tenra idade.
A Saudação Escutista, ajuda crianças e jovens que entram para o Escutismo, a assumir as suas diferenças e o seus valores, sem medos, mas com a convicção de que não estão sós e que, uns com os outros, vão trilhando caminhos que os levam à construção de uma personalidade forte, nas convicções e nos valores, sempre em caminhos de serviço aos outros, numa relação com ele próprio, com os outros, com a natureza e com Deus, numa construção gradativa do cidadão do amanhã.
Carlos Alberto Lopes Pereira
artigo publicado a 9 novembro 2019 no jornal diário "Correio do Minho"
Outros artigos neste LINK
Beata Ana Maria Javouhey - Fundadora da Congregação de S. José de Cluny
![]() |
| Beata Ana Maria Javouhey |
Fundadora da Congregação de S. José de Cluny
Ana Maria conta a sua história
Tinha eu 10 anos quando a Revolução francesa rebentou no meu País. Com essa idade, para espanto de meu pai, que via em mim apenas uma criança travessa, alegre, cheia de fantasia e amiga da brincadeira, fiz a minha primeira Comunhão. Desde esse dia, considerei-me consagrada a Deus e às Suas obras.
Nascera a 10 de Novembro de 1779 em Jallanges – Cõte d’Or -, numa família de camponeses abastados e de costumes cristãos solidamente enraizados. Os meus pais baptizaram-me no dia seguinte, na Igreja de Seurre, sob a protecção de S. Martinho.
Mais tarde fui viver para Chamblanc, na região de Dijon.
A minha adolescência foi vivida com os ventos fortes da Revolução. O Estado Republicano intrometia-se a governar a Igreja: os Padres eram perseguidos, as igrejas saqueadas. Havia espiões por toda a parte. Vivia-se um clima de terror... e que fazer? Não podia ceder ao medo. A Fé não podia morrer… Dava catequese às crianças da paróquia, escondia em casa dos meus pais os padres perseguidos pelo poder político e, de lanterna na mão, pela noite dentro, conduzia os padres à cabeceira dos doentes e moribundos. Corria a toda a pressa até à igreja, a fim de salvar os paramentos e os vasos sagrados das igrejas em chama.
As minhas proezas e a exuberância do meu temperamento deram que falar na aldeia e os elogios despertaram em mim o gosto de agradar, de me adornar, de viver os meus romances, de ter o meu namorado, o Pedro… Mas eis que ressurge o despertar da minha vocação!
O Padre Ballanche, alojado clandestinamente e vestido de qualquer maneira, saía à noite para visitar algumas famílias da paróquia, sem nunca saber se bateria ou não a boa porta!… Em nossa casa nunca nos cansávamos de o ouvir. Ao escutá-lo, sentia que estava pronta para tudo. Seria capaz de transformar a casa paterna em capela de socorro… Iria bater a todas as portas da aldeia, se necessário fosse... Embora o meu pai, enquanto administrador municipal, me dissesse continuamente:
- “Não quero histórias com autoridades. Percebeste, Nanette?”
Os actos de culto recomeçaram em Chamblanc. Nos dias e horas combinados, acompanhava o P. Ballanche à Igreja improvisada, onde tudo estava preparado para a missa: as janelas tapadas com os cortinados das camas, a mesa coberta com um lençol, as hóstias feitas no forno da casa... E todo o povo reunido e bem escondido para a celebração.
O Padre Ballanche, alojado clandestinamente e vestido de qualquer maneira, saía à noite para visitar algumas famílias da paróquia, sem nunca saber se bateria ou não a boa porta!… Em nossa casa nunca nos cansávamos de o ouvir. Ao escutá-lo, sentia que estava pronta para tudo. Seria capaz de transformar a casa paterna em capela de socorro… Iria bater a todas as portas da aldeia, se necessário fosse... Embora o meu pai, enquanto administrador municipal, me dissesse continuamente:
- “Não quero histórias com autoridades. Percebeste, Nanette?”
Os actos de culto recomeçaram em Chamblanc. Nos dias e horas combinados, acompanhava o P. Ballanche à Igreja improvisada, onde tudo estava preparado para a missa: as janelas tapadas com os cortinados das camas, a mesa coberta com um lençol, as hóstias feitas no forno da casa... E todo o povo reunido e bem escondido para a celebração.
Quando avistava um grupo de espiões que se dirigiam para inspeccionar a casa, inventava histórias e artimanhas, oferecendo uma bebida fresca aos perseguidores, a fim de os reter, enquanto as pessoas se dispersavam.
Com tudo isto, algo se passou em mim. Calaram-se os encantos fúteis da minha adolescência. Havia uma convicção que falava mais alto: o Evangelho, o exemplo do Padre Ballanche e a sua coragem em arriscar a vida pela Igreja de Jesus.
O meu pai dizia que não me reconhecia, sobretudo quando tinha necessidade de me ausentar para fazer silêncio dentro de mim ou exprimia o desejo de ter um cantinho para rezar, mas que fosse só meu. Sem perceber, mas pelo muito amor que me tinha, o meu pai construiu-me um pequeno oratório com um altar de pedra e uma estátua de Santa Ana.
Com tudo isto, algo se passou em mim. Calaram-se os encantos fúteis da minha adolescência. Havia uma convicção que falava mais alto: o Evangelho, o exemplo do Padre Ballanche e a sua coragem em arriscar a vida pela Igreja de Jesus.
O meu pai dizia que não me reconhecia, sobretudo quando tinha necessidade de me ausentar para fazer silêncio dentro de mim ou exprimia o desejo de ter um cantinho para rezar, mas que fosse só meu. Sem perceber, mas pelo muito amor que me tinha, o meu pai construiu-me um pequeno oratório com um altar de pedra e uma estátua de Santa Ana.
As minhas irmãs acompanhavam-me neste apelo irresistível de ouvir e seguir Deus, por isso o pai começava a perceber que tinha “perdido as filhas".
Sentia que não havia tempo a perder. Deus fazia-se ouvir…
Sentia que não havia tempo a perder. Deus fazia-se ouvir…
Pegava no tambor do meu pai e percorria as ruas da aldeia a chamar as crianças e os jovens para a catequese. Toda a juventude de Chamblanc corria atrás do meu porta-bandeira. Como não queria expor o meu pai com a minha atitude, resolvi colocar, à entrada da granja, um crucifixo de chumbo e uma pia de água benta. Os fardos de palha funcionavam como bancos e aí dava as aulas de catequese. Sentia-me na minha vocação. Era a minha paixão, mas também o meu tormento, sobretudo quando o meu pai me imaginava a tomar conta dos criados na quinta. Não queria enganar os meus pais ou desobedecer-lhes... mas não conseguia resistir a Deus.
Que felicidade a minha, quando as igrejas foram abertas ao culto e eu pude apresentar ao Padre Ballanche um bom grupo de catecúmenos. Sentia-me escolhida por Deus para uma missão bem precisa.
Que felicidade a minha, quando as igrejas foram abertas ao culto e eu pude apresentar ao Padre Ballanche um bom grupo de catecúmenos. Sentia-me escolhida por Deus para uma missão bem precisa.
O meu desafio estava lançado, mesmo que o meu pai se alarmasse com o bisbilhotar das pessoas da aldeia: “a filha do nosso presidente descarrila”. Vi que não podia guardar por mais tempo o segredo. O pai precisava de saber que já estava consagrada a Deus no íntimo da minha alma.
Como sabia que o pai não aguentaria o embate desta verdade, resolvi comunicar com ele através de cartas, fazendo da minha irmã Claudina, de 8 anos, o meu mais fiel carteiro. Ainda recordo algumas frases de uma carta que me soube a um documento:
“Meu querido pai, todas as suas recusas não me fazem desanimar. Creio que seria preciso arrancarem-me o coração para me tirarem o desejo da vida religiosa. Reconheço que é um grande sacrifício que vai fazer, mas creia que não será menor para mim. Evite o desgosto que um dia poderia ter de não permitir aos seus filhos de seguirem a sua vocação. Prometi a Deus dedicar-me inteiramente ao serviço dos doentes e à instrução das crianças. O dia de S. Martinho foi o que escolhi para esse acto. Queria ouvir de meu pai: “Minha filha, faz o que o Senhor te inspira”.
Com muita dor, o meu pai, apoiado pela mãe, foi-se conformando. Assim, na noite do 11 de Novembro de 1798, em casa do meu irmão Estêvão, na presença de toda a família, o Padre Ballanche celebrou a Missa e, na frescura dos meus 19 anos, pronunciei o acto de consagração dizendo a Deus que Lhe pertencia sem reservas.
Mas, no concreto, o que queria Deus de mim? Sempre à procura da Vontade de Deus, fiz uma experiência nas Irmãs da Caridade, em Besançon. Preparava-me para receber o hábito e, de repente, senti-me mergulhada num abismo de tristeza. Foi aí que tive uma visão premonitória: ao despertar, julguei ver à minha volta crianças de cor, trazendo aos ombros pás e enxadas e outros utensílios agrícolas. Ao mesmo tempo, pareceu-me ouvir uma voz: “estes são os filhos que Deus te dá. Eu sou Santa Teresa, a protectora da tua Ordem”.
Mas, no concreto, o que queria Deus de mim? Sempre à procura da Vontade de Deus, fiz uma experiência nas Irmãs da Caridade, em Besançon. Preparava-me para receber o hábito e, de repente, senti-me mergulhada num abismo de tristeza. Foi aí que tive uma visão premonitória: ao despertar, julguei ver à minha volta crianças de cor, trazendo aos ombros pás e enxadas e outros utensílios agrícolas. Ao mesmo tempo, pareceu-me ouvir uma voz: “estes são os filhos que Deus te dá. Eu sou Santa Teresa, a protectora da tua Ordem”.
Eu nunca tinha ouvido falar de pretos, de crianças de cor…
Regressei a Chamblanc, para decepção de meus pais, com a certeza interior que era chamada por Deus a fundar uma Ordem Religiosa. Quando? Como? Era o segredo de Deus. O Padre Ballanche aconselhou-me entretanto a instalar-me fora da minha terra para não perturbar mais o meu pai.
Recorri a Dom de Lestrange, abade da Trapa em Val-Sainte na Suiça, homem espiritual com o dom do discernimento e muito admirado pelo meu pai. Era pessoa de grande influência e prestígio; o único religioso que Napoleão consentia receber e ouvir. Este monge foi a Chamblanc e convenceu o meu pai a instalar-me em Seurre. Aí, acolhia e ensinava crianças pobres. Mais tarde, fui instalar-me em Dôle, numa escola, com as minhas duas irmãs.
Com o coração angustiado, dei mais um passo à procura da Sua Vontade sobre mim e dali parti para a Trapa em Riedra, na Suiça. No mesmo dia o “humor de Deus” chamou Pedro a ser monge trapista.
Preparei-me para tomar o hábito nas Irmãs da Trapa, com o nome de Ir. Faustina. E, mais uma vez, senti que não era ali. Era chamada a fundar uma Congregação com a confirmação do director espiritual. Decidida, regressei a Chamblanc, com toda a riqueza da experiência da Trapa e o apoio de Dom de Lestrange.
Preparei-me para tomar o hábito nas Irmãs da Trapa, com o nome de Ir. Faustina. E, mais uma vez, senti que não era ali. Era chamada a fundar uma Congregação com a confirmação do director espiritual. Decidida, regressei a Chamblanc, com toda a riqueza da experiência da Trapa e o apoio de Dom de Lestrange.
Parti para Souvans, perto de Dôle e aí abri uma escola que acolhia órfãos. Os dias eram difíceis e as reservas chegavam ao fim; não tinha nada para dar de comer às crianças. Muito perturbada, corri para a igreja e bati à porta deste sacrário a pedir socorro.
As crianças estavam a rezar quando se ouviu uma voz lá fora: “Menina Javouhey, estão a perguntar por si”. Saí e no limiar da porta fiquei sem fala: era o meu pai e o meu irmão Estêvão que chegavam com uma carroça cheia de provisões. Lancei-me nos braços de meu pai que me diz: ”Pois é, Nanette, nesta noite não consegui pregar olho. Vi-te infeliz.” Deus estava comigo!
As provações continuavam e Dom de Lestrange enviou-me para Choisey que oferecia mais possibilidades. Entretanto o pai Javouhey cansava-se de tantas experiências. Foi a Choisey e trouxe as suas três filhas para casa, assim como as nossas colaboradoras e as crianças, cedendo-nos metade da casa para as nossas “fantasias”. Tínhamos o "Convento de Baltazar" e a partir daí, começava a ansiar pela aprovação da nossa pequena comunidade.
Corriam rumores de que o Papa Pio VII faria uma paragem em Châlon-sur- Saône, na sua viagem a Paris, para a sagração do Imperador Napoleão. Então fui a Châlon com as minhas Irmãs e obtivemos uma audiência e a bênção do Papa, que me disse: “Coragem, minha filha, Deus realizará, por teu intermédio, muitas coisas para a Sua glória”.
Com este acontecimento, começam a chegar a Chamblanc algumas jovens de Châlon que queriam ver como funcionava a nossa pequena comunidade. De regresso, disseram ao pároco que não havia condições para se viver em Chamblanc e depressa nos pediu, com a autorização do Bispo, para irmos para a sua paróquia de Châlon, a fim de nos ocuparmos das crianças.
Com este acontecimento, começam a chegar a Chamblanc algumas jovens de Châlon que queriam ver como funcionava a nossa pequena comunidade. De regresso, disseram ao pároco que não havia condições para se viver em Chamblanc e depressa nos pediu, com a autorização do Bispo, para irmos para a sua paróquia de Châlon, a fim de nos ocuparmos das crianças.
A comunidade de S. José foi inaugurada a 20 de Agosto de 1806, dia de S. Bernardo, patrono da Trapa. Desejei escolher este santo como patrono mas o Padre de Châlon disse-me que Santa Teresa escolhia S. José para patrono das suas comunidades. Então, a partir daqui, começámos a ser conhecidas como Filhas de S. José.
E a 12 de Maio de 1807 nascia a Congregação com a tomada de hábito das quatro filhas Javouhey e ainda cinco jovens que assumiram o mesmo compromisso, consagrando-se a Deus na Igreja de Châlon-sur-Saône.
Em 1821, estabeleçi em Cluny a Casa-Mãe do Instituto, que se chamará para sempre “S. José de Cluny”. E ano após ano Deus foi abençoando a sua obra com vocações e novos campos de missão.
(informação retirada do site Cluny Portugal)
ORAÇÃO
Ó Bem-aventurada Ana Maria Javouhey, cujo coração pulsou unicamente por Deus e pelas almas, ensinai-nos a amar como vós, a rezar como vós, a sofrer e a perdoar como vós, a darmo-nos como vós. Obtende-nos um coração como o vosso apaixonado pela Vontade de Deus, crendo no Seu Amor através de tudo, um coração forte e bom, ardente e puro, leal e fiel, humilde e confiante, um coração pronto para todos os sacrifícios, um coração semelhante aos corações de Jesus, Maria e José.
Datas importantes
1779
10 de Novembro, nascimento de Ana Maria Javouhey numa aldeia da Borgonha, em França
10 de Novembro, nascimento de Ana Maria Javouhey numa aldeia da Borgonha, em França
1798
11 de Novembro, consagra-se a Deus durante uma missa clandestina
11 de Novembro, consagra-se a Deus durante uma missa clandestina
1807
Fundação da Congregação em Chalon-sur Saône
Fundação da Congregação em Chalon-sur Saône
1812
Aquisição da casa de Cluny; a Congregação toma o nome de S. José de Cluny.
Aquisição da casa de Cluny; a Congregação toma o nome de S. José de Cluny.
1817
Partida das Irmãs para a Ilha de Bourbon (Reunião) e, mais tarde para o Senegal, Antilhas francesas e inglesas, S. Pedro e Miquelão, Índia, Oceânia, Madagáscar…
Partida das Irmãs para a Ilha de Bourbon (Reunião) e, mais tarde para o Senegal, Antilhas francesas e inglesas, S. Pedro e Miquelão, Índia, Oceânia, Madagáscar…
1822
A fundadora parte por dois anos para África: Senegal, Gâmbia e Serra Leoa
A fundadora parte por dois anos para África: Senegal, Gâmbia e Serra Leoa
1828
Vai para a Guiana, Maná, até 1833.
Vai para a Guiana, Maná, até 1833.
1835
Segunda estadia da madre Javouhey na Guiana onde o governo lhe confia a preparação de centenas de escravos para a libertação
Segunda estadia da madre Javouhey na Guiana onde o governo lhe confia a preparação de centenas de escravos para a libertação
1840
19 de Setembro: em Paris são ordenados os três primeiros padres senegaleses formados pelos cuidados da Madre Javouhey
19 de Setembro: em Paris são ordenados os três primeiros padres senegaleses formados pelos cuidados da Madre Javouhey
1843
A Madre Javouhey regressa a França em Agosto, depois da libertação de todos os escravos de Maná
A Madre Javouhey regressa a França em Agosto, depois da libertação de todos os escravos de Maná
1849
Aquisição da casa que passa a ser a Casa Mãe, no bairro de Saint Jacques, em Paris.
Aquisição da casa que passa a ser a Casa Mãe, no bairro de Saint Jacques, em Paris.
1851
15 de Julho: Morte de Ana Maria Javouhey em Paris. Deixa mais de 1000 Irmãs que formam 140 comunidades nas cinco partes do mundo
15 de Julho: Morte de Ana Maria Javouhey em Paris. Deixa mais de 1000 Irmãs que formam 140 comunidades nas cinco partes do mundo
1950
Beatificação de Ana Maria Javouhey em Roma, pelo Papa Pio XII.
Beatificação de Ana Maria Javouhey em Roma, pelo Papa Pio XII.
2004
Lançada em 2004 como parte do “Ano Internacional de Comemoração da Luta contra a Escravatura e a sua Abolição”, Chamblanc, Seurre e Jalanges (os lugares da infância de Ana Maria Javouhey) foram incluídos no projeto internacional da “ Rota do Escravo” pela Unesco.
Lançada em 2004 como parte do “Ano Internacional de Comemoração da Luta contra a Escravatura e a sua Abolição”, Chamblanc, Seurre e Jalanges (os lugares da infância de Ana Maria Javouhey) foram incluídos no projeto internacional da “ Rota do Escravo” pela Unesco.
2011
Os descendentes dos 185 escravos libertos por Ana Maria Javouhey em 1838, vieram seguir os passos da sua « ché Mé » para plantar a floresta da memória em três locais: Jallanges, sua aldeia natal, Seurre onde foi batizada e Chamblanc, aldeia da sua infância.
Os descendentes dos 185 escravos libertos por Ana Maria Javouhey em 1838, vieram seguir os passos da sua « ché Mé » para plantar a floresta da memória em três locais: Jallanges, sua aldeia natal, Seurre onde foi batizada e Chamblanc, aldeia da sua infância.
Subscrever:
Mensagens (Atom)








































